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		<title>colibrinoturno</title>
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			<title>seguro desemprego</title>
			<description>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;comunicação de dispensa do trabalhador&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir de abril todos os empregadores, ao informar o Ministério do Trabalho e Emprego da dispensa do trabalhador para fins de recebimento do benefício Seguro-Desemprego, terão de fazê-lo via sistema. A medida é uma determinação do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e torna obrigatório, a partir de 31 março de 2015, o uso da ferramenta Empregador Web no requerimento de seguro-desemprego e comunicação de dispensa do trabalhador.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O uso do aplicativo Empregador Web já ocorre via Portal Mais Emprego do MTE para preenchimento de requerimento de Seguro-Desemprego (RSD) e de Comunicação de Dispensa (CD) on line, porém ainda não é obrigatório. O uso do Empregador Web permite o preenchimento do Requerimento de Seguro-Desemprego e Comunicação de Dispensa, de forma individual ou coletiva, mediante arquivo de dados enviados ao Ministério. Os atuais formulários Requerimento ...</description>
			<content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;comunicação de dispensa do trabalhador&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir de abril todos os empregadores, ao informar o Ministério do Trabalho e Emprego da dispensa do trabalhador para fins de recebimento do benefício Seguro-Desemprego, terão de fazê-lo via sistema. A medida é uma determinação do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e torna obrigatório, a partir de 31 março de 2015, o uso da ferramenta Empregador Web no requerimento de seguro-desemprego e comunicação de dispensa do trabalhador.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O uso do aplicativo Empregador Web já ocorre via Portal Mais Emprego do MTE para preenchimento de requerimento de Seguro-Desemprego (RSD) e de Comunicação de Dispensa (CD) on line, porém ainda não é obrigatório. O uso do Empregador Web permite o preenchimento do Requerimento de Seguro-Desemprego e Comunicação de Dispensa, de forma individual ou coletiva, mediante arquivo de dados enviados ao Ministério. Os atuais formulários Requerimento de Seguro-Desemprego/Comunicação de Dispensa (guias verde e marrom) impressos em gráficas serão aceitos na rede de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego somente até o dia 31 de março, quando o envio via Empregador Web passa a ser obrigatório.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Empregador Web - O Sistema SD - Empregador Web foi criado pelo Ministério do Trabalho e Emprego &amp;ndash; MTE com a finalidade de viabilizar o envio dos requerimentos de Seguro-Desemprego pelos empregadores via internet, agilizando assim o atendimento aos trabalhadores requerentes do benefício, pois permite a transmissão de informações de trabalhadores e empregadores de forma ágil e segura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A utilização do Sistema possibilita as empresas mais objetividade, segurança e agilidade no processo, como, por exemplo, o envio de informações em lote, utilizando arquivo gerado pelo sistema de folha de pagamento; a eliminação dos requerimentos adquiridos em papelarias, visto que o mesmo pode ser impresso em papel comum; agilidade no processo de prestação de informações; redução de gastos com aquisição de formulários pré-impressos; garantia na autenticidade da informação prestada; além de possibilitar a designação de um representante procurador, que represente o empregador nas ações relativas ao cadastro de requerimento do Seguro-Desemprego.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E-Social - O Empregador Web faz parte do projeto E-Social, uma iniciativa do Governo Federal que pretende unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados, desburocratizando procedimentos, visto que uma única informação atenderá a diversos órgãos do governo, dando transparência as diferentes obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias. Além disso, permitirá o cruzamento das informações dos trabalhadores com outras bases de dados governamentais, assegurando maior segurança em casos de notificações pelo não cumprimento de requisitos legais para recebimento do benefício.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font-size:11px;&quot;&gt;Link: &lt;a href=&quot;http://portal.mte.gov.br/imprensa/seguro-desemprego-via-web-sera-obrigatorio-a-partir-de-abril.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://portal.mte.gov.br/imprensa/seguro-desemprego-via-web-sera-obrigatorio-a-partir-de-abril.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot;&gt;Fonte: MTE - Ministério do Trabalho e Emprego&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/seguro_desemprego/2015-03-12-14</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 13:25:49 GMT</pubDate>
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			<title>e-social</title>
			<description>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;Saem Normas sobre o E-Social&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;A transmissão e a assinatura digital dos eventos poderão ser feitas por procuradores com poderes outorgados de acordo com modelos adotados pelos órgãos e entidades integrantes do Comitê Gestor do eSocial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.normaslegais.com.br/legislacao/resolucao-cg-esocial-1-2015.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Resolução CG/eSocial n&amp;ordm; 1/2015&lt;/a&gt;, publicada no DOU em 24/02/2015, regulamenta o eSocial como instrumento de unificação da prestação das informações referentes à escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, que padroniza sua transmissão, validação, armazenamento e distribuição, constituindo Ambiente Nacional, composto por:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- escrituração digital contendo os livros digitais com informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- sistemas para preenchimento, geração, transmissão, recepção, validação e distribuição da esc...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;Saem Normas sobre o E-Social&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;A transmissão e a assinatura digital dos eventos poderão ser feitas por procuradores com poderes outorgados de acordo com modelos adotados pelos órgãos e entidades integrantes do Comitê Gestor do eSocial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.normaslegais.com.br/legislacao/resolucao-cg-esocial-1-2015.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Resolução CG/eSocial n&amp;ordm; 1/2015&lt;/a&gt;, publicada no DOU em 24/02/2015, regulamenta o eSocial como instrumento de unificação da prestação das informações referentes à escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, que padroniza sua transmissão, validação, armazenamento e distribuição, constituindo Ambiente Nacional, composto por:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- escrituração digital contendo os livros digitais com informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- sistemas para preenchimento, geração, transmissão, recepção, validação e distribuição da escrituração; e&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- repositório nacional contendo o armazenamento da escrituração.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A transmissão e a assinatura digital dos eventos poderão ser feitas por procuradores com poderes outorgados de acordo com modelos adotados pelos órgãos e entidades integrantes do Comitê Gestor do eSocial.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na ausência de fatos geradores que obrigam o envio dos eventos periódicos previstos, o obrigado ao eSocial deve enviar um evento específico informando que não possui movimento na primeira competência em que essa situação ocorrer, devendo tal informação ser ratificada na competência janeiro de cada ano enquanto permanecer essa situação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fica aprovada a versão 2.0 do Manual de Orientação do eSocial, que será disponibilizada no sítio eletrônico do eSocial na Internet, no endereço&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.esocial.gov.br/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.esocial.gov.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font-size:11px;&quot;&gt;Link: &lt;a href=&quot;http://direito-trabalhista.com/2015/02/26/saem-normas-sobre-o-e-social/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://direito-trabalhista.com/2015/02/26/saem-normas-sobre-o-e-social/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot;&gt;Fonte: Blog Guia Trabalhista&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/e_social/2015-02-27-13</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 27 Feb 2015 13:54:30 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>As Multas</title>
			<description>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;DataNoticia&quot;&gt;02/02/2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;As multas que o contabilista precisa alertar aos seus clientes&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;Orientação tributária, contábil, fiscal, trabalhista e assessoria na aplicação da legislação é papel do contabilista, bem como auxílio nas tarefas da rotina operacional. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A carga tributária para os empresários no Brasil é alta e disso todos sabem. Apesar disso, neste universo, poucos são os que realmente sabem o que estão pagando e quais suas obrigações. Por isso, o trabalho do contabilista é fundamental para alertá-los dos riscos de pagar o que não deve e, pior, pagar com multa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.6em;&quot;&gt;O papel desse profissional é tão importante que, a partir de 2003, o Código Civil trouxe mudanças para o setor contábil e os contabilistas passaram a ser responsabilizados por atos ilícitos que por ventura a empresa cometa, tanto na esfera civil como crimin...</description>
			<content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;DataNoticia&quot;&gt;02/02/2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;As multas que o contabilista precisa alertar aos seus clientes&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;Orientação tributária, contábil, fiscal, trabalhista e assessoria na aplicação da legislação é papel do contabilista, bem como auxílio nas tarefas da rotina operacional. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A carga tributária para os empresários no Brasil é alta e disso todos sabem. Apesar disso, neste universo, poucos são os que realmente sabem o que estão pagando e quais suas obrigações. Por isso, o trabalho do contabilista é fundamental para alertá-los dos riscos de pagar o que não deve e, pior, pagar com multa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.6em;&quot;&gt;O papel desse profissional é tão importante que, a partir de 2003, o Código Civil trouxe mudanças para o setor contábil e os contabilistas passaram a ser responsabilizados por atos ilícitos que por ventura a empresa cometa, tanto na esfera civil como criminal. Sendo assim, sua responsabilidade só aumenta no auxílio da gestão da empresa. Confira alguns exemplos de multas que o contabilista precisa alertar aos seus clientes:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.2em;&quot;&gt;Lei de Olho no Imposto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O nome já é um alerta. Por meio da Lei de Olho no Imposto os lojistas devem informar o valor total dos tributos incidentes em seus produtos para que não sejam multados. Para quem tem softwares que fazem o cálculo, basta uma atualização no sistema. A multa para quem não cumpre a lei e não entrega o cupom com essas informações pode variar de R$ 404 a R$ 7 milhões.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.2em;&quot;&gt;Multa de 10% do FGTS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É uma multa indevida caso a dispensa do trabalhador tenha se dado sem justa causa. Salários, férias e pagamento de 40% de multa do FGTS já são de praxe para as empresas, que arcam também com a contribuição social de 10% em relação ao FGTS. A exigência ocorre desde 2002, quando uma lei complementar foi sancionada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na prática, significa que a empresa arca com 50% dos valores relativos aos FGTS. Entretanto, a multa de 10% tornou-se arbitrária desde março de 2012, pois o total arrecadado não estava sendo usado com o objetivo para o qual o tributo havia sido criado (recompor as perdas financeiras dos Planos Verão, de 1988 e Collor, de 1989), indo parar no Tesouro Nacional. Por isso, as empresas precisam ser avisadas sobre tais contribuições sociais e o direito de reaver o que foi pago indevidamente por meio de ação na justiça.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.2em;&quot;&gt;Sobre multas e trabalhadores&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O contabilista deve, ainda, prestar atenção redobrada se todos os trabalhadores estão registrados, pois a Justiça Trabalhista não perdoa a empresa e a multa neste caso é pesada &amp;mdash; e isso inclui também aqueles que estão sob contrato de experiência.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fiscalizar se o trabalhador está realmente usando os equipamentos de segurança recomendados para a função é dever do empregador, o que evita indenizações por acidente de trabalho, portanto, é outro alerta importante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.2em;&quot;&gt;Atrasos nos pagamentos de impostos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Avisar com antecedência a empresa do pagamento de impostos evita dor de cabeça e poupa muito dinheiro. Para exemplificar, um atraso de dois anos em um imposto federal resulta num aumento em torno de 50% do valor original. Além disso, a empresa deixa de ter permissão de participar de licitações públicas e pode ainda receber cortes em suas linhas de crédito.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Orientação tributária, contábil, fiscal, trabalhista e assessoria na aplicação da legislação é papel do contabilista, bem como auxílio nas tarefas da rotina operacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font-size: 11px;&quot;&gt;Link: &lt;a href=&quot;http://blog.sage.com.br/gestao-contabil/multas-que-o-contabilista-precisa-alertar-aos-seus-clientes/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0066cc&quot;&gt;http://blog.sage.com.br/gestao-contabil/multas-que-o-contabilista-precisa-alertar-aos-seus-clientes/&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot;&gt;Fonte: Sage&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/as_multas/2015-02-03-12</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/as_multas/2015-02-03-12</guid>
			<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 21:16:38 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>Quais os limites do planejamento tributario</title>
			<description>&lt;h4 class=&quot;AutorNoticia&quot;&gt;Renato Carbonari Ibelli&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No final do ano passado tornou-se fato público que Itaú e Bradesco teriam conseguido economia no pagamento de impostos ao instalarem escritórios em Luxemburgo, &amp;nbsp;país que passou a ser considerado paraíso fiscal. Por lá, as instituições financeiras teriam obtido grandes descontos contábeis quando da consolidação dos seus balanços, o que resultaria em um lucro aparente menor. Como o menor lucro das subsidiárias reduziria o lucro líquido no Brasil, esses bancos teriam recolhido menos impostos junto à&amp;nbsp;Receita Federal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.6em;&quot;&gt;O caso não está mais no radar do fisco, que, a bem da verdade, tem cinco anos para adotar alguma ação. Mas à época, a Receita questionou essa movimentação dos bancos, embora a prática dessas instituições, aparentemente, não tenha confrontado lei alguma vigente no Brasil. O que os bancos fizeram foi encontrar frestas na legislação e se esquivarem por entr...</description>
			<content:encoded>&lt;h4 class=&quot;AutorNoticia&quot;&gt;Renato Carbonari Ibelli&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No final do ano passado tornou-se fato público que Itaú e Bradesco teriam conseguido economia no pagamento de impostos ao instalarem escritórios em Luxemburgo, &amp;nbsp;país que passou a ser considerado paraíso fiscal. Por lá, as instituições financeiras teriam obtido grandes descontos contábeis quando da consolidação dos seus balanços, o que resultaria em um lucro aparente menor. Como o menor lucro das subsidiárias reduziria o lucro líquido no Brasil, esses bancos teriam recolhido menos impostos junto à&amp;nbsp;Receita Federal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.6em;&quot;&gt;O caso não está mais no radar do fisco, que, a bem da verdade, tem cinco anos para adotar alguma ação. Mas à época, a Receita questionou essa movimentação dos bancos, embora a prática dessas instituições, aparentemente, não tenha confrontado lei alguma vigente no Brasil. O que os bancos fizeram foi encontrar frestas na legislação e se esquivarem por entre elas. Algo que recebe o nome de planejamento tributário, como &amp;ldquo;sinônimo&amp;rdquo; de elisão fiscal, uma prática lícita em seu sentido genérico, mas que tangencia o ilícito muitas vezes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 1.6em;&quot;&gt;Nenhum contribuinte é obrigado a usar os meios mais onerosos se há alternativas legais mais brandas. Quando um empresário opta por sair de um estado ou município e migrar para outro que ofereça melhores condições fiscais ele lança&amp;nbsp;mão dos mecanismos da elisão. A decisão de um contribuinte de formar duas empresas, uma tributada pelo Lucro Real, para sua linha de produtos menos lucrativa, e outra pelo Lucro Presumido, para a linha mais lucrativa, é conseqüência de um planejamento tributário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As empresas, independentemente do porte, usam esse instrumento. É uma questão de sobrevivência, especialmente em um país caro como o nosso. Mas para evitar questionamentos do fisco, o planejamento tributário deve ser feito seguindo algumas regras básicas. A primeira é que os resultados da elisão devem ter efeito sempre antes da ocorrência do fato gerador do tributo. O fato gerador do ICMS, por exemplo, é a efetiva saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, o planejamento tributário deve sempre ter o intuito de otimizar os negócios da empresa. No linguajar Jurídico, ele deve ter um propósito negocial. E nunca visar exclusivamente a redução de impostos, porque é isso que o fisco irá questionar.&lt;/p&gt;

&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://dcomercio.com.br/files/image/909/elis%C3%A3o%20quadro%202.png&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://dcomercio.com.br/files/image/909/internas_elis%C3%A3o%20quadro%202.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ampliando um dos exemplos citados acima, o empresário muda a sede da sua empresa para um município cuja alíquota do ISS é menor. Entretanto, continua a exercer a atividade no município que deixou, já que a maioria dos seus clientes está lá. Aos olhos do fisco municipal, isso é uma irregularidade, uma vez que o objetivo maior dessa empresa seria recolher menos imposto e não, por exemplo, buscar novos clientes na cidade vizinha, ou ter economia com logística em um município menor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A cidade de São Paulo tenta barrar essa prática faz um bom tempo. A capital perde muitas empresas para municípios como Barueri, Santana do Parnaíba e Poá, cujas alíquotas do ISS são menores, o que levou o governo paulistano a reter o ISS de prestadores que não estejam listados no chamado Cadastro de Empresas de Fora do Município (Cpom). A medida é questionável.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em âmbito maior, a Receita Federal editou a chamada norma antielisão, trazida pelo artigo 116 do Código Tributário Nacional (CTN). Interpretando a norma de maneira sintética, ela diz que o fisco poderá exigir o tributo do contribuinte que o evitou por meio de planejamento tributário. Mas a norma é vaga. Criada em 2001, até hoje ela espera regulamentações. &amp;ldquo;Sem tipificar os casos de elisão ilícita, a norma tem eficácia limitada&amp;rdquo;, diz Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em 2002, Maciel, então no posto maior do fisco, tentou tipificar as elisões consideradas ilícitas por meio da Medida Provisória 66, que não foi aprovada. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O tema é complexo. Para alguns especialistas, evitar impostos (por meio de elisão) não pode estar dissociado do propósito negocial. Em média, 34% do faturamento de uma empresa são destinados ao pagamento de impostos. Assim, para o tributarista Kiyoshi Harada, reduzir o ônus tributário é também uma forma de otimizar os negócios.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, o próprio Código Civil traz que ao administrador cabe zelar pela saúde financeira da empresa. &amp;ldquo;Pois bem, o que mais corrói a saúde financeira das empresas se não os impostos?&amp;rdquo;, questiona Wilson Gimenez, vice-presidente administrativo do Sescon-SP &amp;ndash; Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de São Paulo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Portanto, ainda que seja fundamental que o planejamento tributário tenha objetivos mais amplos que a simples redução de impostos, a ilegalidade na busca por essa economia encontra questionamento no campo das análises e ensaios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O próprio fisco, por vezes, induz as empresas a economizarem com impostos. É o caso de abatimentos concedidos pela Lei Rouanet, por exemplo. A opção do empresário por apoiar o setor cultural é uma forma de elisão induzida por legislação. &amp;ldquo;Eu mesmo criei um mecanismo de elisão ao dar a opção para o contribuinte optar pela declaração completa ou simplificada no Imposto de Renda&amp;rdquo;, diz Everardo Maciel. &amp;ldquo;A elisão pode ser lícita, como nesse caso, abusiva ou ilícita&amp;rdquo;, enfatiza o ex-secretário da Receita.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;CAUSA DA CONFUSÃO&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A escolha pelo regime tributário &amp;ndash; Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido &amp;ndash; é uma forma clara de planejamento tributário. Mas há outras mais delicadas, como as utilizadas pelas instituições financeiras em Luxemburgo, que consistem em encontrar brechas na legislação para reduzir despesas com impostos. No entendimento do tributarista Harada, só é proibido aquilo que está expressamente vetado por lei. Nas suas palavras exatas, &amp;ldquo;não cabe ao fisco decidir o que é planejamento ou não, mas sim, fechar as brechas na legislação&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E brechas para serem fechadas não faltam. Consequência de um sistema tributário extremamente complexo. As empresas precisam seguir, em média, 3,5 mil normas tributárias para ficarem em dia com a legislação. E a clareza dessas normas é contestável. &amp;ldquo;Parece que leis claras não emplacam no Congresso. A impressão é que elas precisam dar espaço para várias interpretações para serem aprovadas&amp;rdquo;, diz Harada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para Gimenez, do Sescon-SP, como a legislação tributária remete a várias interpretações, muitas decisões acabam dependendo do Judiciário. &amp;ldquo;Isso estimula o contribuinte a comprar brigas com o fisco&amp;rdquo;, diz o vice-presidente do Sescon-SP. &amp;ldquo;Por outro lado, o governo tenta desencorajar o contribuinte com obrigações acessórias, como as trazidas pelo &amp;nbsp;Sped (Sistema Público de Escrituração Digital)&amp;rdquo;, completa Gimenez.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;COMO PLANEJAR DENTRO DA LEI&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O início do ano é o período de maior corrida, por parte das empresas, aos escritórios de contabilidade. Segundo Welinton Mota, diretor tributário da consultoria Confirp, cerca de 10% dos seus clientes aparecem nessa época pedindo a elaboração de um planejamento tributário mais adequado às novas pretensões das suas empresas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Usar do instrumento da elisão não é simples. Na ânsia de aumentar o faturamento via redução de tributos o empresário pode ser levado para algumas ciladas. Embora tenham definições bastante distintas, na prática, a busca pela elisão fiscal pode levar a ilícitos como a evasão, a simulação e a sonegação. Portanto, o empresário deve buscar profissionais contábeis experientes nessa área.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E ao procurar o seu profissional contábil de confiança o empresário deve ter algumas informações coletadas previamente. Elas são listadas aqui por Mota:&lt;/p&gt;

&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://dcomercio.com.br/files/image/910/elis%C3%A3o_quadro3.png&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://dcomercio.com.br/files/image/910/internas_elis%C3%A3o_quadro3.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com essas informações em mãos &amp;ndash; elas podem ser mais detalhadas de acordo com o perfil da empresa &amp;ndash; o profissional contábil terá condições de estudar os cenários e inserir a empresa àquele ao qual ela melhor se adapta. &amp;ldquo;Algo que em alguns casos pode demorar mais de um ano para sua completa implementação&amp;rdquo;, diz o diretor da Confirp.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font-size: 11px;&quot;&gt;Link: &lt;a href=&quot;http://www.dcomercio.com.br/categoria/leis_e_tributos/quais_os_limites_do_planejamento_tributario_&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.dcomercio.com.br/categoria/leis_e_tributos/quais_os_limites_do_planejamento_tributario_&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot;&gt;Fonte: Diário do Comércio&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/quais_os_limites_do_planejamento_tributario/2015-01-23-11</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 13:47:27 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>lei 12015/2009</title>
			<description>&lt;h3 itemprop=&quot;name&quot;&gt;A LEI 12.015/2009 E O CRIME DE ESTUPRO&lt;/h3&gt;

&lt;div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;div id=&quot;post-body-420754820718540925&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot;&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A TENTATIVA NO CRIME DE ESTUPRO APÓS O ADVENTO DA LEI 12.015/2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;clear:both;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;clear:both;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-nVAkCOv-TKY/URvv1EaoanI/AAAAAAAAAKg/F1DyKlhoQaY/s1600/Nova+Imagem+%25288%2529.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;286&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-nVAkCOv-TKY/URvv1EaoanI/AAAAAAAAAKg/F1DyKlhoQaY/s640/Nova+Imagem+%25288%2529.jpg&quot; style=&quot;border:none;&quot; width=&quot;620&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;

&lt;div&gt;A Lei 11.106/2005 e principalmente a Lei 12.015/2009 proveram profundas modificações no tratamento dos crimes constantes no Título IV do Código Penal (CP), que atualmente têm a denominação &amp;ldquo;Dos crimes contra a dignidade sexual&amp;rdquo;; fato que reformou o tratamento do crime de estupro, definido no artigo. 213 do C...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 itemprop=&quot;name&quot;&gt;A LEI 12.015/2009 E O CRIME DE ESTUPRO&lt;/h3&gt;

&lt;div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;div id=&quot;post-body-420754820718540925&quot; itemprop=&quot;description articleBody&quot;&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A TENTATIVA NO CRIME DE ESTUPRO APÓS O ADVENTO DA LEI 12.015/2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;clear:both;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;clear:both;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-nVAkCOv-TKY/URvv1EaoanI/AAAAAAAAAKg/F1DyKlhoQaY/s1600/Nova+Imagem+%25288%2529.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;286&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-nVAkCOv-TKY/URvv1EaoanI/AAAAAAAAAKg/F1DyKlhoQaY/s640/Nova+Imagem+%25288%2529.jpg&quot; style=&quot;border:none;&quot; width=&quot;620&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;

&lt;div&gt;A Lei 11.106/2005 e principalmente a Lei 12.015/2009 proveram profundas modificações no tratamento dos crimes constantes no Título IV do Código Penal (CP), que atualmente têm a denominação &amp;ldquo;Dos crimes contra a dignidade sexual&amp;rdquo;; fato que reformou o tratamento do crime de estupro, definido no artigo. 213 do CP.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;A nova redação do artigo resulta da fusão, com alteração, de dois tipos previstos na redação original do Código Penal, o de estupro, definido no mesmo art. 213, que incriminava o constrangimento da mulher à conjunção carnal, e do atentado violento ao pudor, antes constante no art. 214, que punia o constrangimento de alguém, homem ou mulher, a prática de ato libidinoso diverso de conjunção carnal - como ensina Júlio Fabrini Mirabete em seu Manual de Direito Penal II &amp;ndash; e assim consta:&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;

&lt;div style=&quot;margin-left:4cm;&quot;&gt;Art. 213. Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso:&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;margin-left:4cm;&quot;&gt;Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;margin-left:4cm;&quot;&gt;&amp;sect; 1&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;&amp;nbsp;Se da conduta resulta lesão corporal de natureza grave ou se a vítima é menor de 18 (dezoito) ou maior de 14 (catorze) anos:&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;margin-left:4cm;&quot;&gt;Pena - reclusão, de 8 (oito) a 12 (doze) anos.&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;margin-left:4cm;&quot;&gt;&amp;sect; 2&lt;u&gt;&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;&amp;nbsp;Se da conduta resulta morte:&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;margin-left:4cm;&quot;&gt;Pena - reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.&lt;/div&gt;

&lt;div style=&quot;margin-left:4cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Quanto a tentativa, consoante Júlio Frabini e Rogério Greco, é possível, já que se trata de crime plurissubsistente, em ambas as formas da conduta (conjunção carnal e prática de ato libidinoso diverso), se, quando empregada a violência ou a exteriorização da ameaça, o agente é impedido de prosseguir, frustrando-se de todo o momento libidinoso, como nas hipóteses de fuga ou imediata e eficaz ação da vítima.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Assim, quando o resultado não for obtido por circunstâncias alheias a vontade do agente, mesmo havendo constrangimento para a prática de conjunção carnal ou de outro ato libidinoso, há tentativa, sendo exigível, contudo, para a caracterização da mesma &amp;ndash; em especial quanto tratar-se de conjunção carnal &amp;ndash; que as circunstâncias demonstrem o intuito do agente em praticar o delito. Caso reste dúvida o delito estará consumado se o sujeito ativo efetuar qualquer ato libidinoso&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Read more:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://utilidadejuridicaonline.blogspot.com/2013/02/a-lei-120152009-e-o-crime-de-estupro.html#ixzz3Dg1CW0vv&quot;&gt;http://utilidadejuridicaonline.blogspot.com/2013/02/a-lei-120152009-e-o-crime-de-estupro.html#ixzz3Dg1CW0vv&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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			<dc:creator>cido</dc:creator>
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			<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 14:23:14 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>refis especial</title>
			<description>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;Receita esclarece portaria para adesão à reabertura do Refis da Crise&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;A Receita Federal esclareceu hoje a portaria conjunta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e da Receita Federal publicada ontem (11) no Diário Oficial do União que disciplina os procedimentos que deverão ser adotados para as empresas que pretendem aderir à reabertura do parcelamento do Refis da Crise&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;A Receita Federal esclareceu hoje a portaria conjunta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e da Receita Federal publicada ontem (11)&amp;nbsp;no Diário Oficial do União&amp;nbsp;que disciplina os procedimentos que deverão ser adotados para as empresas que pretendem aderir à reabertura do parcelamento do Refis da Crise.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A reabertura do parcelamento de dívidas foi determinada pela&amp;nbsp;Lei n&amp;deg; 12.973, publicada em 14 de...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;Receita esclarece portaria para adesão à reabertura do Refis da Crise&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;A Receita Federal esclareceu hoje a portaria conjunta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e da Receita Federal publicada ontem (11) no Diário Oficial do União que disciplina os procedimentos que deverão ser adotados para as empresas que pretendem aderir à reabertura do parcelamento do Refis da Crise&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;A Receita Federal esclareceu hoje a portaria conjunta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e da Receita Federal publicada ontem (11)&amp;nbsp;no Diário Oficial do União&amp;nbsp;que disciplina os procedimentos que deverão ser adotados para as empresas que pretendem aderir à reabertura do parcelamento do Refis da Crise.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A reabertura do parcelamento de dívidas foi determinada pela&amp;nbsp;Lei n&amp;deg; 12.973, publicada em 14 de maio de 2014, com previsão para adesão ao parcelamento ou pagamento à vista para tributos vencidos até 30 de novembro 2008. Ou seja, a portaria reabre mais uma vez a chance de adesão ao Refis da Crise, com as mesmas condições estabelecidas em novembro do ano passado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo João Paulo Martins da Silva, coordenador-geral de Arrecadação e Cobrança da Receita Federal,&amp;nbsp; um pequeno número de contribuintes devem aderir à renegociação nessas condições. &amp;ldquo;Não temos essa expectativa [de muitos contribuintes]. Como já foi aberto em novembro e dezembro do ano passado, quem tinha débitos em 2009, entrou no fim do ano. Deve ser alguém que perdeu o prazo no fim do ano ou algum débito que tenha aparecido que estava em julgamento ou na justiça, por exemplo, que agora o contribuinte queira entrar&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Receita informa que, no caso do parcelamento, o montante da dívida poderá ser pago em até 180 prestações. Além disso, as multas e juros dos débitos poderão ser amortizados com utilização de créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). A Receita esclarece que, em vista da reabertura do prazo, caso o contribuinte queira fazer a adesão ao pagamento à vista ou ao parcelamento, com ou sem utilização de prejuízo fiscal ou base de cálculo negativa da CSLL, o pedido deverá ser feito até o dia 31 de julho de 2014, exclusivamente nos&amp;nbsp;sites&amp;nbsp;da&amp;nbsp;Receita&amp;nbsp;ou da&amp;nbsp;PGFN.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O cálculo do valor para pagamento à vista deve ser efetuado pelo contribuinte, aplicadas as reduções instituídas, na Lei e o pagamento deve ser recolhido até o último dia do mês de julho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra informação divulgada pela Receita é que, caso a opção seja pelo parcelamento, o contribuinte deverá calcular e recolher mensalmente o valor correspondente à fração entre o valor total da dívida consolidada e a quantidade de prestações pretendidas, respeitados os valores das prestações mínimas. O recolhimento da primeira prestação deve ser feito também até o último dia útil do mês de julho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os contribuintes que fizeram a opção pelo parcelamento ou pagamento à vista quando da primeira reabertura, instituída pela Lei n&amp;deg; 12.865, publicada em 10 de outubro de 2013, não precisam fazer novas adesões para as modalidades às quais já tenha solicitado o benefício. No entanto, podem fazer opções para modalidades que ainda não tenham aderido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font-size: 11px;&quot;&gt;Link: &lt;a href=&quot;http://www.cenariomt.com.br/noticia/365871/receita-esclarece-portaria-para-adesao-a-reabertura-do-refis-da-crise.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0066cc&quot;&gt;http://www.cenariomt.com.br/noticia/365871/receita-esclarece-portaria-para-adesao-a-reabertura-do-refis-da-crise.html&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/refis_especial/2014-06-17-9</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/refis_especial/2014-06-17-9</guid>
			<pubDate>Tue, 17 Jun 2014 16:33:55 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>e-book</title>
			<description>&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 10px; padding-left: 10px; padding-right: 2px; font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px&quot;&gt;A Receita Federal publicou hoje (1&amp;ordm;/04) o seu primeiro e-Book na internet: &amp;ldquo;Perguntas e Respostas da Pessoa Jurídica &amp;ndash; Edição de 2013&amp;rdquo;. O livro apresenta mais de novecentas perguntas relacionadas áreas de tributação de IRPJ, CSLL, IPI, Simples, Contribuição para o para o PIS/Pasep e Cofins e tratamento tributário das sociedades cooperativas, tributação da renda em operações internacionais (Tributação em Bases Universais, Preços de Transferência e Juros Pagos a Vinculadas no Exterior).&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); tex...</description>
			<content:encoded>&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 10px; padding-left: 10px; padding-right: 2px; font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px&quot;&gt;A Receita Federal publicou hoje (1&amp;ordm;/04) o seu primeiro e-Book na internet: &amp;ldquo;Perguntas e Respostas da Pessoa Jurídica &amp;ndash; Edição de 2013&amp;rdquo;. O livro apresenta mais de novecentas perguntas relacionadas áreas de tributação de IRPJ, CSLL, IPI, Simples, Contribuição para o para o PIS/Pasep e Cofins e tratamento tributário das sociedades cooperativas, tributação da renda em operações internacionais (Tributação em Bases Universais, Preços de Transferência e Juros Pagos a Vinculadas no Exterior).&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 10px; padding-left: 10px; padding-right: 2px; font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px&quot;&gt;A publicação foi concebida para esclarecer dúvidas e subsidiar a interpretação da legislação tributária, buscando a uniformização do entendimento fiscal. O e-Book traz uma compilação de informações a partir de perguntas formuladas por contribuintes ao plantão fiscal, bem como a abordagem de aspectos da legislação apresentados por servidores em exercício na Receita Federal.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 10px; padding-left: 10px; padding-right: 2px; font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px&quot;&gt;O e-Book atenderá ao público em geral, em especial será útil aos Contabilistas, Gestores Financeiros, micro e pequenos empresários. Uma das vantagens desse novo formato (e-Book) é que ele pode ser baixado para um dispositivo móvel (smartphone ou Tablet) e ser consultado sempre que necessário, independente de haver ou não conexão com a Internet no momento da consulta.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 10px; padding-left: 10px; padding-right: 2px; font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px&quot;&gt;O e-Book &amp;ldquo;Perguntas e Respostas da Pessoa Jurídica &amp;ndash; Edição de 2013&amp;rdquo; pode ser encontrado no link&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.receita.fazenda.gov.br/Instituicao/ebook.htm&quot; style=&quot;padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0066cc&quot;&gt;http://www.receita.fazenda.gov.br/Instituicao/ebook.htm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;É necessário que o usuário escolha um software para leitura. Na Internet há várias opções gratuitas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 15px 0px 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; font: bold 11px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px&quot;&gt;Link:&lt;span class=&quot;Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.receita.fazenda.gov.br/AutomaticoSRFsinot/2014/04/02/2014_04_02_16_16_37_519658432.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot; style=&quot;padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0066cc&quot;&gt;http://www.receita.fazenda.gov.br/AutomaticoSRFsinot/2014/04/02/2014_04_02_16_16_37_519658432.html&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 15px 0px 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; font: bold 14px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px&quot;&gt;Fonte: Receita Federal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/e_book/2014-04-03-8</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/e_book/2014-04-03-8</guid>
			<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 19:22:27 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>CARGA TRIBUTARIA</title>
			<description>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot; style=&quot;font: bold 15px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 20px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 123, 22); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Pessoa jurídica x pessoa física: o que &amp;eacute; mais vantajoso?&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot; style=&quot;font: 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 35px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(159, 159, 159); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Compartilhamos alguns dos prós e contras de cada um, para ajudar profissionais nessa decisão delicada&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0p...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot; style=&quot;font: bold 15px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 20px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 123, 22); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Pessoa jurídica x pessoa física: o que &amp;eacute; mais vantajoso?&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot; style=&quot;font: 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 35px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(159, 159, 159); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Compartilhamos alguns dos prós e contras de cada um, para ajudar profissionais nessa decisão delicada&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Como um novo ano está para começar, este &amp;eacute; o momento ideal para escolher uma forma de prestar seus serviços. E diversas atividades podem ser exercidas sem que você precise necessariamente ter uma empresa, ou seja, ter um CNPJ. Nestes casos, os profissionais emitem recibos indicando o seu CPF e, depois, pagam seus impostos de renda mediante um procedimento chamado ‘livro caixa’. Um exemplo simples: um dentista pode escolher entre constituir uma clínica (uma empresa com CNPJ), ou trabalhar em seu consultório como autônomo, emitindo recibos para seus pacientes atrav&amp;eacute;s de seu CPF e acertando futuramente as contas com o &quot;leão”.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Os profissionais que optam pelo trabalho autônomo (usando seu CPF para os recibos emitidos) ficam sujeitos a fazer o livro caixa, que &amp;eacute; obrigatório sempre que uma pessoa física recebe rendimentos de outra pessoa física. &quot;O livro caixa nada mais &amp;eacute; do que um controle no qual o profissional registra – sempre que possível com a ajuda de um contador – todas as receitas e despesas profissionais de um determinado mês”, explica Vicente Sevilha Junior, CEO da Sevilha Contabilidade, franqueadora e prestadora de serviços de contabilidade e terceirização em finanças para empresas.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&quot;Mas &amp;eacute; preciso tomar cuidado, pois só podem ser consideradas despesas profissionais aquelas relacionadas com o exercício de sua profissão e que estejam autorizadas pela Receita Federal”, comenta Sevilha. São exemplos de despesas profissionais: aluguel, condomínio, funcionários, energia el&amp;eacute;trica, telefone, água e material utilizado no exercício da profissão. Desta forma, o profissional autônomo teria uma apuração do imposto a pagar da seguinte forma: somam-se as receitas no mês e subtraem-se as despesas profissionais dedutíveis no mês, que será igual ao rendimento líquido profissional sujeito ao Imposto de Renda. Em outras palavras, o autônomo paga imposto de renda nos rendimentos recebidos de pessoa física sobre o valor do rendimento profissional líquido.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Por outro lado, se o profissional escolher abrir uma empresa e emitir notas fiscais com CNPJ para seus pacientes, a empresa paga impostos de uma maneira diferente. Como a maioria das profissões acaba pagando os impostos de suas empresas pelo lucro presumido, neste modelo o total de impostos a pagar &amp;eacute;, normalmente, de 11,33% do valor de cada nota fiscal emitida, mais o ISS (Imposto Sobre Serviços). Algumas cidades, como São Paulo, por exemplo, no caso de sociedades de profissionais que exercem uma mesma atividade, não &amp;eacute; cobrado ISS sobre as notas emitidas, mas sim uma taxa fixa anual por profissional.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Autônomo&amp;nbsp;- Para um profissional autônomo, que emita recibos com seu CPF e registre no livro caixa (rendimento bruto mensal de R$ 7.500,00 menos as despesas dedutíveis de R$ 1.500,00 equivale a um rendimento líquido de R$ 6 mil mensais ou R$ 72 mil anuais), o IRPF a pagar no ano de 2013 seria de R$ 10.313,09, ou o equivalente a 11,45% do valor dos recibos emitidos (12 x R$ 7.500,00 = R$ 90 mil. Em outras palavras, profissionais com rendimentos líquidos equivalentes à R$ 6 mil mensais, acabam pagando 11,45% de impostos, contra 11,33% que pagariam se tivessem uma empresa. A partir deste valor, quanto maior o rendimento líquido, maior os impostos – e as vantagens de deixar a autonomia para ter uma clínica com um CNPJ.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Empresas&amp;nbsp;- O cenário fica totalmente diferente quando quem contrata o profissional autônomo &amp;eacute; uma empresa, e isto ocorre porque a empresa, ao efetuar o pagamento para o profissional autônomo &amp;eacute; obrigada a fazer duas coisas: reter o imposto de renda na fonte, ou seja, descontar o imposto de renda que o profissional terá de pagar diretamente dele e recolher, por sua própria conta, uma contribuição ao INSS que pode chegar a 20% do valor do serviço contratado. Na prática, isto representa dizer que, ao contratar um profissional autônomo, as empresas acabam pagando mais caro do que o valor dos serviços, o que torna pouco interessante este tipo de prestador de serviço, levando com que muitas empresas, ao contratar serviços, só aceitem notas fiscais de outras empresas com CNPJ. &quot;No segmento de saúde, por exemplo, &amp;eacute; comum planos de saúde não aceitarem o cadastramento de autônomos. Portanto, se os clientes serão empresas, será muito mais fácil para abrir mercado tendo uma, mesmo que o imposto fique um pouco mais caro, cerca de 11,33% pelo menos”, explica Sevilha.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Dica do especialista&amp;nbsp;- Uma empresa custa mais do que apenas impostos. &amp;Eacute; importante juntar neste planejamento, alguns outros custos. Algumas despesas como contador, contribuição sindical anual, que podem variar de acordo com o tipo de empresa, e o capital social, taxas de fiscalização de estabelecimentos, certificado digital e outras devem estar no planejamento. Uma empresa de prestação de serviços de pequeno porte pode gastar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil anuais somente com estes custos.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; href=&quot;http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/pessoa-juridica-x-pessoa-fisica-o-que-e-mais-vantajoso/83724/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/pessoa-juridica-x-pessoa-fisica-o-que-e-mais-vantajoso/83724/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font: bold 14px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 15px 0px 5px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Fonte: Administradores&lt;/span&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/carga_tributaria/2014-01-17-7</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
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			<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 18:03:52 GMT</pubDate>
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			<title>HOLDING</title>
			<description>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot; style=&quot;font: bold 15px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 20px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 123, 22); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Conheça vantagens da holding em empresas familiares&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot; style=&quot;font: 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 35px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(159, 159, 159); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Para diminuir tantos transtornos, &amp;eacute; conveniente o uso de empresas holdings, cujas vantagens são cada vez mais conhecidas pelos empresários.&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; ...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot; style=&quot;font: bold 15px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 20px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 123, 22); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Conheça vantagens da holding em empresas familiares&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot; style=&quot;font: 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 35px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(159, 159, 159); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Para diminuir tantos transtornos, &amp;eacute; conveniente o uso de empresas holdings, cujas vantagens são cada vez mais conhecidas pelos empresários.&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;A formação de um negócio sólido &amp;eacute; o sonho dos empresários, principalmente quando se trata de empresas familiares. Eles buscam não apenas gerar lucros, mas tamb&amp;eacute;m, preservar e perpetuar a riqueza e o patrimônio, a fim de garantir o conforto e a segurança financeira dos herdeiros, em especial dos filhos e cônjuges.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Construir esse patrimônio &amp;eacute; ótimo, mas, de acordo com o advogado, mestre em Estrat&amp;eacute;gia, especialista em Direito Empresarial e Tributário, Renato Vieira de Avila, &amp;eacute; preciso ainda planejar a continuidade deste universo de bens para facilitar a transição da propriedade e evitar desconfortos quando ocorrem eventos, como o nascimento, a interdição, o óbito ou at&amp;eacute; mesmo o divórcio.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;No Brasil, &amp;eacute; comum o acúmulo de bens nas empresas familiares se concentrar na pessoa física do proprietário ou dos gestores e não em jurídica com este fim específico. Neste cenário, explica Vieira de Ávila, quando ocorre algum contratempo, não há outro caminho a não ser enfrentar processos judiciais, como o inventário – em caso de falecimento, que costuma ser lento e custoso, al&amp;eacute;m de passível de longas postergações. O mesmo poderá ocorrer em caso de dissoluções societárias.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Para diminuir tantos transtornos, &amp;eacute; conveniente o uso de empresas holdings, cujas vantagens são cada vez mais conhecidas pelos empresários. &quot;De forma geral, holding &amp;eacute; uma empresa que possui o controle da administração de outra empresa. Existem, na prática brasileira, três tipos de holdings: a operacional, a patrimonial e a familiar”, descreve o especialista.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;A operacional &amp;eacute; uma empresa cujo objeto social &amp;eacute; voltado à participação no capital social das empresas na qual gira o negócio da família. Esta holding será a detentora das ações ou quotas da empresa familiar. Desta forma, o quadro social da fábrica, ou do varejo, não mais pertencerá às pessoas físicas, mas sim, a uma pessoa jurídica.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Quando esse controle passa a ser ocupado por membros de uma família, geralmente descendentes diretos dos proprietários, torna-se uma holding familiar. A ação facilita a tomada de decisão, evitando a dispersão da propriedade e do exercício do voto. Por fim, tem-se a holding patrimonial. Esta terá como serventia resguardar o patrimônio imobiliário, tanto da família como das empresas operacionais.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;A importância das holdings ainda está ligada a dois fatores que merecem destaque: agilidade nos procedimentos após casos de morte e divórcios e economia sobre diversos impostos.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;No caso de um inventário, a família &amp;eacute; surpreendida com a incidência do percentual de at&amp;eacute; 8% sobre o valor de mercado dos bens conquistados ao longo da vida, referente ao Imposto de Transmissão Causa Mortis ou Doação – ITCMD, de competência estadual.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&quot;Quando falamos de impostos como o ITBI, de competência municipal, a alíquota &amp;eacute; de 2% sobre o valor atribuído pelas prefeituras ou o valor de mercado, que poderá ser evitado em relação aos imóveis que não gerem receita, como a residência, casa de praia ou de campo, ou escritórios e pr&amp;eacute;dios da empresa”, completa Vieira de Avila.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Segundo o especialista, uma vez utilizada a estrutura da holding patrimonial, o que se transmitirá não serão mais imóveis, mas sim quotas ou ações representativas do patrimônio social (fato este não submetido ao ITBI.) Quanto ao imposto de Renda, a carga tributaria na pessoa física, gira em torno de 27,5%, enquanto, por exemplo, em caso de alugueis, na pessoa jurídica holding patrimonial, varia de 11,33% a 14%.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Já em caso de venda de imóveis cai 15% sobre a diferença entre o custo de aquisição e da venda para em torno de 6,9% sobre o valor bruto da venda. &quot;Se compararmos o desembolso com o ITBI, que seria de R$ 200 mil, com a economia realizada a título do pagamento de imposto de Renda, não mais na pessoa física, e sim na pessoa jurídica, teríamos uma relevante economia”, recomenda Vieira de Avila.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Portanto, a indicação &amp;eacute; que as famílias façam o planejamento sucessório e por consequência a constituição de uma sociedade empresária sob a forma de uma holding.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; href=&quot;http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas14/1301201413.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas14/1301201413.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font: bold 14px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 15px 0px 5px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Fonte: Canal Executivo&lt;/span&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/holding/2014-01-17-6</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/news/holding/2014-01-17-6</guid>
			<pubDate>Thu, 16 Jan 2014 22:00:16 GMT</pubDate>
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			<title>N.FICAL</title>
			<description>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot; style=&quot;font: bold 15px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 20px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 123, 22); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Lembrete: Obrigatoriedade do Destaque de Tributos na Nota Fiscal&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot; style=&quot;font: 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 35px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(159, 159, 159); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;O Ajuste Sinief 7/2013 dispõe sobre os procedimentos a serem adotados na emissão de documentos fiscais para esclarecimento da carga tributária ao consumidor.&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial,...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot; style=&quot;font: bold 15px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 20px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(34, 123, 22); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Lembrete: Obrigatoriedade do Destaque de Tributos na Nota Fiscal&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot; style=&quot;font: 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 35px 10px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(159, 159, 159); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;O Ajuste Sinief 7/2013 dispõe sobre os procedimentos a serem adotados na emissão de documentos fiscais para esclarecimento da carga tributária ao consumidor.&lt;/span&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;A&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; href=&quot;http://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei-12741-2012.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Lei 12.741/2012&lt;/a&gt;&amp;nbsp;exige, a partir de junho/2013, que todo documento fiscal ou equivalente emitido contenha a informação do valor aproximado correspondente à totalidade dos tributos federais, estaduais e municipais, cuja incidência influi na formação dos respectivos preços de venda.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;A apuração do valor dos tributos incidentes deverá ser feita em relação a cada mercadoria ou serviço, separadamente, inclusive nas hipóteses de regimes jurídicos tributários diferenciados dos respectivos fabricantes, varejistas e prestadores de serviços, quando couber.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;O&amp;nbsp;&lt;a title=&quot;Ajuste Sinief 7/2013&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; href=&quot;http://www.normaslegais.com.br/legislacao/ajuste-sinief-7-2013.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ajuste Sinief 7/2013&lt;/a&gt;&amp;nbsp;dispõe sobre os procedimentos a serem adotados na emissão de documentos fiscais para esclarecimento da carga tributária ao consumidor.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Painel ou equivalente&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;A informação dos tributos incidentes poderá constar de painel afixado em local visível do estabelecimento, ou por qualquer outro meio eletrônico ou impresso, de forma a demonstrar o valor ou percentual, ambos aproximados, dos tributos incidentes sobre todas as mercadorias ou serviços postos à venda.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Tributos a constarem no documento&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Os tributos que deverão ser computados são os seguintes:&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;- Imposto sobre Operações relativas a Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;- Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS);&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;- Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;- Imposto sobre Operações de Cr&amp;eacute;dito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF);&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;- Contribuição Social para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) – (PIS/Pasep);&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;- Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;- Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Imposto de importação&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Serão informados ainda os valores referentes ao imposto de importação, PIS/Pasep/Importação e Cofins/Importação, na hipótese de produtos cujos insumos ou componentes sejam oriundos de operações de com&amp;eacute;rcio exterior e representem percentual superior a 20% (vinte por cento) do preço de venda.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Informação dos fornecedores&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Na hipótese de incidência do imposto sobre a importação, bem como da incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, todos os fornecedores constantes das diversas cadeias produtivas deverão fornecer aos adquirentes, em meio magn&amp;eacute;tico, os valores dos 2 (dois) tributos individualizados por item comercializado.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Penalidades&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;O descumprimento das normas relativas à divulgação dos tributos sujeitará o infrator às sanções previstas no Capítulo VII do Título I da&amp;nbsp;&lt;a style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; href=&quot;http://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei-8078-1990-codigo-de-defesa-do-consumidor.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Lei 8.078/1990&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(Código de Defesa do Consumidor).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;A&amp;nbsp;&lt;a title=&quot;Lei 12.868/2013&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; href=&quot;http://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei-12868-2013.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Lei 12.868/2013&lt;/a&gt;&amp;nbsp;estabeleceu o prazo de 12 meses, a partir da vigência da Lei (10 de Junho de 2013) para aplicação das referidas sanções. Portanto, a partir de 10.06.2014 &amp;eacute; obrigatória a inclusão dos tributos na nota fiscal, sob pena das sanções especificadas.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: 11px/17px Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; href=&quot;http://guiatributario.net/2014/01/15/lembrete-obrigatoriedade-do-destaque-de-tributos-na-nota-fiscal/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;guiatributario.net/2014/01/15/lembrete-obrigatoriedade-do-destaque-de-tributos-na-nota-fiscal/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font: bold 14px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 15px 0px 5px; padding: 0px; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); text-transform: none; text-indent: 0px; letter-spacing: normal; word-spacing: 0px; display: block; white-space: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); -webkit-text-stroke-width: 0px;&quot;&gt;Fonte: Blog Guia Tributário&lt;/span&gt;</content:encoded>
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			<pubDate>Thu, 16 Jan 2014 21:48:16 GMT</pubDate>
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