<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
	<channel>
		<title>colibrinoturno</title>
		<link>http://colibrinoturno.ucoz.net/</link>
		<description>Blog</description>
		<lastBuildDate>Tue, 12 May 2015 20:42:03 GMT</lastBuildDate>
		<generator>uCoz Web-Service</generator>
		<atom:link href="https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/rss" rel="self" type="application/rss+xml" />
		
		<item>
			<title>lei das domesticas</title>
			<description>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;Regulamentação do trabalho doméstico é aprovada pelo Senado e espera assinatura da presidente Dilma&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;PubliNot200&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.paggadomesticos.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.contadores.cnt.br/menu/boletim/banner_clientes/banner_paggadomesticos.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Após quase dois anos de tramitação no Congresso, as regras para contratar empregadas domésticas foram aprovadas pelo Senado e esperam, apenas, a assinatura da presidente Dilma Rousseff para entrarem em vigor. Entre os assuntos tratados no texto, estão o estabelecimento de uma jornada máxima de trabalho e os benefícios para os empregados domésticos, e os impostos que serão pagos pelo patrão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Confira, a seguir, 11 coisas que você precisa saber sobre as regras que devem regularizar a situação de cerca de 8 milhões de pessoas no País.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1) Quem deve ser registrado?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Qualquer pessoa que trab...</description>
			<content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;Regulamentação do trabalho doméstico é aprovada pelo Senado e espera assinatura da presidente Dilma&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;PubliNot200&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.paggadomesticos.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.contadores.cnt.br/menu/boletim/banner_clientes/banner_paggadomesticos.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Após quase dois anos de tramitação no Congresso, as regras para contratar empregadas domésticas foram aprovadas pelo Senado e esperam, apenas, a assinatura da presidente Dilma Rousseff para entrarem em vigor. Entre os assuntos tratados no texto, estão o estabelecimento de uma jornada máxima de trabalho e os benefícios para os empregados domésticos, e os impostos que serão pagos pelo patrão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Confira, a seguir, 11 coisas que você precisa saber sobre as regras que devem regularizar a situação de cerca de 8 milhões de pessoas no País.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1) Quem deve ser registrado?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Qualquer pessoa que trabalhe mais de dois dias por semana em uma mesma residência.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2) Como deve ser o registro?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além do registro na Carteira de Trabalho e Previdência, patrão e empregado deverão elaborar um contrato de trabalho. Esse contrato poderá ser rompido pelos dois, em qualquer momento, desde que o aviso-prévio seja pago, conforme a CLT.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3) Qual a jornada de trabalho dos domésticos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A lei determina que a carga seja de oito horas por dia, sem ultrapassar o total de 44 horas por semana. A outra opção permitida pela lei é uma jornada de 12 horas seguidas, com 36 horas posteriores de descanso. O intervalo para almoço vai de uma a duas horas. A pausa pode ser reduzida para 30 minutos, desde que haja acordo por escrito entre patrão e empregado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4) Como pagar as horas extras?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O valor de cada hora extra deverá ser, pelo menos, 50% maior que o de uma hora normal de trabalho. Haverá duas formas de compensar o empregado. Como o limite semanal é de 44 horas, o tempo que ultrapassar essa carga será considerada hora extra. As primeiras 40 horas extras deverão ser, obrigatoriamente, pagas em dinheiro. O que passar de 40 horas extras poderá compor um banco de horas que serão compensadas em, no máximo, um ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5) Como ficam os impostos do patrão sobre o salário pago?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O patrão pagará um total de 20% de impostos sobre o valor do salário do trabalhador doméstico. O percentual é composto por: 8% de FGTS; 8% de INSS; 0,8% de seguro contra acidente; 3,2% para uma conta aberta pelo empregador, que servirá para arcar com o eventual pagamento da demissão do funcionário, quando não houver justa causa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6) Como o patrão poderá pagar esses impostos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir do momento em que Dilma assinar a lei, o governo terá um prazo de 120 dias para criar o Super Simples Doméstico. O objetivo será permitir que o patrão pague todos os impostos devidos, com um único boleto, que estará disponível pela internet. O Ministério do Trabalho será o responsável por organizar o pagamento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7) Quanto o patrão pagará de multa, em caso de demissão?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se não for por justa causa, a demissão terá multa de 40% do FGTS. Esse valor será coberto, em parte ou no todo, pela conta aberta pelo empregador, no qual depositará, todo mês, o equivalente a 3,2% do salário do empregado. A multa não vale para casos de demissão por justa causa, licença, morte ou aposentadoria do doméstico. Nesses casos, o dinheiro da conta voltará para o empregador.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;8) O que fazer, quando o empregado viaja com os patrões?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As horas que ultrapassarem a carga máxima semanal de 44 horas poderão ser compensadas pelo patrão, após a viagem. O pagamento desse período terá um acréscimo de 25%, e o patrão não poderá descontar despesas de alimentação, transporte e hospedagem do empregado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;9) Que outros benefícios são obrigatórios pela lei?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;a) Repouso semanal: o empregado terá direito a, pelo menos, um repouso semanal de 24 horas ininterruptas, de preferência, aos domingos;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;b) Férias:&amp;nbsp;deverão ser remuneradas com acréscimo de um terço do salário; o total de 30 dias de férias poderá ser dividido em dois períodos. Um deles deverá ter, no mínimo, 14 dias;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;c) Licença-maternidade: terá 120 dias;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;d) Auxílio-transporte: deverá ser pago por &amp;ldquo;vale&amp;rdquo; ou em dinheiro;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;e) Aviso-prévio: deverá ser proporcional ao tempo trabalhado;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;f) Salário-família: o patrão terá que pagar um valor de salário-família, para cada filho com idade até 14 anos do empregado, ou filho inválido de qualquer idade. O texto não cita o valor, mas, em empresas, quem ganha até R$ 725 por mês, recebe R$ 37,18 por filho; acima disso, até R$ 1.089, o valor cai para R$ 26,20;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;g) Adicional noturno: a lei determina que o trabalho noturno será aquele exercido entre as 22 horas de um dia, até as 5 horas do dia seguinte; cada hora paga terá adicional de 12,5% sobre o valor de uma hora diurna; o empregado que trabalhar à noite tem direito a 24 horas de descanso ininterruptas;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;h) Auxílio-creche: ainda depende de acordo ou convenção coletiva entre os sindicatos dos trabalhadores domésticos e dos patrões;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10) Quem vai fiscalizar o cumprimento dos contratos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O fiscal do Ministério do Trabalho deverá agendar previamente uma visita para avaliar as condições do doméstico.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;11) O que o patrão deve fazer com contribuições atrasadas no INSS?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir da sanção presidencial da lei, será criado o Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregados Domésticos (Redom). A medida vai facilitar o pagamento de dívidas com a previdência vencidas em 30 de abril de 2013. Será concedido desconto de 100% no valor das multas sobre os atrasados; e desconto de 60% sobre os juros cobrados. As dívidas poderão ser parceladas em até 120 dias, com parcela mínima de R$ 100.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;font-size: 11px;&quot;&gt;Link: &lt;a href=&quot;http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20150507/lei-das-domesticas-coisas-que-voce-precisa-saber/258183.shtml&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0066cc&quot;&gt;http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20150507/lei-das-domesticas-coisas-que-voce-precisa-saber/258183.shtml&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/lei_das_domesticas/2015-05-12-16</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/lei_das_domesticas/2015-05-12-16</guid>
			<pubDate>Tue, 12 May 2015 20:42:03 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>há solução</title>
			<description>&lt;p&gt;Promotor Digital é uma oportunidade para quem quer participar do nosso Sistema de Renda Extra, trabalhando na sua própria casa ou em qualquer local com acesso a Internet e tendo direito a ótimos ganhos semanais e ganhos mensais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho será apenas realizar divulgações na Internet, sem precisar ficar falando pessoalmente com ninguém e nem ficar convidando pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mais informações sobre Empreendedor Digital, utilize o link abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.frpromotora.com/45151706&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot; face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot; face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot; face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;&quot;&gt;http://www.frpromotora.com/45151706&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded>&lt;p&gt;Promotor Digital é uma oportunidade para quem quer participar do nosso Sistema de Renda Extra, trabalhando na sua própria casa ou em qualquer local com acesso a Internet e tendo direito a ótimos ganhos semanais e ganhos mensais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho será apenas realizar divulgações na Internet, sem precisar ficar falando pessoalmente com ninguém e nem ficar convidando pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mais informações sobre Empreendedor Digital, utilize o link abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.frpromotora.com/45151706&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot; face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot; face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0000ff&quot; face=&quot;Calibri&quot; size=&quot;3&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;&quot;&gt;http://www.frpromotora.com/45151706&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/ha_solucao/2014-11-16-15</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/ha_solucao/2014-11-16-15</guid>
			<pubDate>Sun, 16 Nov 2014 19:43:02 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>CISG comercio internacional</title>
			<description>&lt;p&gt;A Convenção das Nações Unidas sobre a Compra e Venda Internacional de Mercadorias de 1980, conhecida como CISG (sigla derivada de sua denominação em inglês), deveria entrar em vigor para o Brasil no dia 1&amp;ordm; de abril de 2014. A data não seria uma das mais promissoras, sobretudo porque ela é conhecida, em terras nacionais, como o Dia da Mentira.&lt;br /&gt;
Importadores e exportadores brasileiros, advogados e juristas que se dedicam ao direito do comércio internacional aguardavam ansiosamente a adesão do Brasil à CISG. A Convenção tem ampla aceitação internacional, contando com 80 Estados signatários (o Brasil foi o 79&amp;ordm; a aderir ao instrumento). Todos eles representam mais de 70% do comércio internacional. Entre os países que adotaram a Convenção de Viena estão, justamente, tradicionais parceiros do Brasil nas relações de comércio, como Estados Unidos, China, Argentina, Itália, França e Alemanha. Pare estes, a CISG já era uma ilustre conhecida.&lt;br /&gt;
Assim, a acessão à Convenção re...</description>
			<content:encoded>&lt;p&gt;A Convenção das Nações Unidas sobre a Compra e Venda Internacional de Mercadorias de 1980, conhecida como CISG (sigla derivada de sua denominação em inglês), deveria entrar em vigor para o Brasil no dia 1&amp;ordm; de abril de 2014. A data não seria uma das mais promissoras, sobretudo porque ela é conhecida, em terras nacionais, como o Dia da Mentira.&lt;br /&gt;
Importadores e exportadores brasileiros, advogados e juristas que se dedicam ao direito do comércio internacional aguardavam ansiosamente a adesão do Brasil à CISG. A Convenção tem ampla aceitação internacional, contando com 80 Estados signatários (o Brasil foi o 79&amp;ordm; a aderir ao instrumento). Todos eles representam mais de 70% do comércio internacional. Entre os países que adotaram a Convenção de Viena estão, justamente, tradicionais parceiros do Brasil nas relações de comércio, como Estados Unidos, China, Argentina, Itália, França e Alemanha. Pare estes, a CISG já era uma ilustre conhecida.&lt;br /&gt;
Assim, a acessão à Convenção representa a adoção, pelo Brasil, de uma estrutura legal uniforme para contratos internacionais de compra e venda, muito frequente e aplicada por vários dos parceiros comerciais. Para importadores e exportadores, a certeza e segurança oferecidas pelas normas da CISG representam maior facilidade para a celebração de contratos. Isso porque a Convenção reduz a necessidade de negociação em torno de qual será a lei aplicável e diminui a desconfiança entre parceiros comerciais, que poderiam temer a aplicação do direito brasileiro.&lt;br /&gt;
Da mesma forma, a CISG oferece previsibilidade na aplicação do direito material de venda e compra mercantil, na hipótese de surgir alguma controvérsia, tanto para o comerciante brasileiro como para sua contraparte estrangeira. Nesse cenário, ambos utilizariam o mesmo conjunto de regras que devem, inclusive, ser objeto de interpretação uniforme entre as várias jurisdições. Portanto, a adoção da CISG significou importante passo dado pelo Brasil rumo à modernização do direito aplicável aos contratos internacionais de compra e venda, alinhando-o com o que prevalece na maior parte do mundo. Tudo isso fruto do insistente trabalho da Comissão das Nações Unidas para Direito do Comércio Internacional &amp;ndash; a UNCITRAL, criada em 1966.&lt;br /&gt;
Advogados e juristas que diariamente lidam com contratos internacionais em nosso país identificavam, há muito, todas essas vantagens. Percebiam, com uma ponta de inveja, a exitosa aplicação da Convenção por tribunais estatais e arbitrais estrangeiros. Estudantes brasileiros participavam do Willem C. Vis International Commercial Arbitration Moot &amp;ndash; competição internacional que utiliza a CISG como lei aplicável &amp;ndash; e se familiarizavam com seu texto e com a relevante produção acadêmica sobre o tema. Toda uma comunidade de especialistas brasileiros foi sendo, nas últimas duas décadas, ampliada em conhecimento sobre a Convenção, operando paralelamente à triste realidade imposta pela indiferença dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário (com raríssimas exceções) em relação a um tratado tão significativo para a mais elementar das relações privadas.&lt;br /&gt;
Assim, a notícia de que o Brasil finalmente acedera à CISG &amp;ndash; embora com 33 anos de atraso &amp;ndash; foi recebida com entusiasmo e satisfação por todos. Felicitações foram trocadas, seminários foram organizados e comentários foram escritos e traduzidos em preparação à comunidade jurídica e empresas nacionais à Convenção. Ninguém se preocuparia, nesse contexto, com o fato de que a entrada em vigor ocorreria no Dia da Mentira.&lt;br /&gt;
O processo de incorporação da CISG no plano de nosso direito interno igualmente não trouxe qualquer preocupação de imediato, pois o Congresso Nacional a havia aprovado já no dia 18 de outubro de 2012, por meio do Decreto Legislativo 538. Em 4 de março de 2013, o Brasil depositou o instrumento de adesão junto a Secretário-Geral das Nações Unidas. O depósito era o que bastava para iniciar a contagem do prazo que marcaria a entrada em vigor da CISG para o Brasil no plano internacional &amp;ndash; prazo esse que, de acordo com o art. 99(2) da própria Convenção, resultaria na data de 1&amp;ordm; de abril de 2014.&lt;br /&gt;
No truncado universo de tramitação dos atos internacionais no direito brasileiro, faltaria apenas uma pequena formalidade para a plena vigência da CISG no plano interno: um decreto presidencial que a promulgasse. Em geral, esse decreto conta com três pequenos artigos e poderia ter sido editado no prazo de pouco mais de um ano da data de depósito do instrumento de acessão na UNCITRAL.&lt;br /&gt;
A necessidade ou não de tal decreto para a validade da Convenção no plano interno é objeto de controvérsia. Há que argumente que se trata de mera formalidade e que, mesmo na ausência do decreto presidencial, os tratados em geral, e a CISG em particular, já estariam em vigor no plano interno. O raciocínio faz sentido, pois o Poder Executivo já teria se manifestado ao celebrar o tratado, conforme preceitua o art. 84, VIII da Constituição, tendo em seguida o submetido a referendo do Congresso Nacional, que aprovou seu texto, por meio de decreto legislativo. Seria despicienda, portanto, nova manifestação, resultando em verdadeira duplicação de esforços.&lt;br /&gt;
Entretanto, prevalece no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça o entendimento de que a eficácia de um tratado no Brasil depende de um ato jurídico complexo, que se desenvolve em várias etapas, sendo o decreto presidencial a última delas no curso da &quot;incorporação&quot; do ato internacional ao direito interno. Assim, na ausência do decreto presidencial, entendem nossas Cortes Superiores e parte da doutrina que a Convenção não teria plena validade e eficácia no plano do direito interno.&lt;br /&gt;
Se levarmos ao extremo esse entendimento, para além de seu absoluto anacronismo, a CISG ainda não teria sido totalmente incorporada ao ordenamento brasileiro. E pela ausência de um ato simples da Presidência da República, o Brasil não cumpre o compromisso que fez com a comunidade internacional ao aceder à Convenção de Viena. Se a acessão à CISG teve por fim aumentar a segurança e estabilidade nas relações de comércio internacional, terminou-se por instaurar dúvidas e controvérsias sobre sua vigência e eficácia. O assunto é sensível e interessa a todos os brasileiros que atuam no comércio internacional. Espera-se que a entrada em vigor da CISG não seja tratada como um mais um chiste do Dia da Mentira, e o decreto presidencial seja preparado, assinado e publicado com a urgência e seriedade que o assunto merece&lt;/p&gt;

&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;color: rgb(34, 34, 34); font-family: Verdana; font-size: x-small; line-height: 14px; background-color: rgb(255, 249, 238);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Christian Sahb Batista Lopes&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é professor adjunto de Direito Civil na Faculdade de Direito da UFMG, Doutor em Direito pela UFMG e Mestre em Direito pela Columbia University. Diretor da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;CAMARB &amp;ndash; Câmara de Arbitragem Empresarial &amp;ndash; Brasil&lt;/strong&gt;. Co-coordenador do GACI &amp;ndash; Grupo de Estudos em Arbitragem e Contratos Internacionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;color: rgb(34, 34, 34); font-family: Verdana; font-size: x-small; line-height: 14px; background-color: rgb(255, 249, 238);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;*&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Fabrício Bertini Pasquot Polido&lt;/strong&gt;, professor adjunto de Direito Internacional da Faculdade de Direito da UFMG, Doutor em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Coordenador do GACI &amp;ndash; Grupo de Estudos em Arbitragem e Contratos Internacionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/cisg_comercio_internacional/2014-05-25-14</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/cisg_comercio_internacional/2014-05-25-14</guid>
			<pubDate>Sat, 24 May 2014 23:38:06 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DREI antigo DNRC</title>
			<description>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;DREI, órgão que substitui DNRC, publica diversas Instruções Normativas&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;Com a criação do Departamento de Registro Empresarial e Integração - DREI, órgão que substitui o Departamento Nacional de Registro do Com&amp;eacute;rcio - DNRC, foram publicadas diversas Instruções Normativas, conforme relação abaixo, que tamb&amp;eacute;m revogaram diversas outras Instruções Normativas do órgão substituído, o DNRC.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com a criação do Departamento de Registro Empresarial e Integração - DREI, órgão que substitui o Departamento Nacional de Registro do Com&amp;eacute;rcio - DNRC, foram publicadas diversas Instruções Normativas, conforme relação abaixo, que tamb&amp;eacute;m revogaram diversas outras Instruções Normativas do órgão substituído, o DNRC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4605&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 2 DREI, DE 5 -12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 9-12-2013...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;DREI, órgão que substitui DNRC, publica diversas Instruções Normativas&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;Com a criação do Departamento de Registro Empresarial e Integração - DREI, órgão que substitui o Departamento Nacional de Registro do Com&amp;eacute;rcio - DNRC, foram publicadas diversas Instruções Normativas, conforme relação abaixo, que tamb&amp;eacute;m revogaram diversas outras Instruções Normativas do órgão substituído, o DNRC.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com a criação do Departamento de Registro Empresarial e Integração - DREI, órgão que substitui o Departamento Nacional de Registro do Com&amp;eacute;rcio - DNRC, foram publicadas diversas Instruções Normativas, conforme relação abaixo, que tamb&amp;eacute;m revogaram diversas outras Instruções Normativas do órgão substituído, o DNRC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4605&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 2 DREI, DE 5 -12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 9-12-2013) - Institui modelo anexo de Carteira de Exercício Profissional para titular de empresário individual, titular e/ou administrador de Empresa individual de responsabilidade ltda - Eireli, sócio e/ou administrador de sociedade empresária e de cooperativa, tradutor público e int&amp;eacute;rprete comercial, leiloeiro, trapicheiro e administrador de armaz&amp;eacute;m geral; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4614&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 3 DREI, DE 5 -12-2013 &lt;/a&gt;(DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa disciplina a forma de apresentação dos atos empresariais submetidos a arquivamento nas Juntas Comerciais em via única, sua autenticação, registro e devolução ao requerente em duas certidões de inteiro teor (cópia) do respectivo ato, em papel ou digitalmente;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4609&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 4 DREI, DE 5-12- 2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Disciplina processo de desconcentração dos serviços de registro de empresas;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4597&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 5 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Aprova os Manuais de Registro de Empresário Individual, Sociedade Limitada, Empresa Individual de Responsabilidade Limitada - EIRELI, Cooperativa e Sociedade Anônimaprova os Manuais de Registro de Empresário Individual, Sociedade Limitada, Empresa Individual de Responsabilidade Limitada - EIRELI;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4608&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 6 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa disciplina o arquivamento de atos de Empresas Binacionais Brasileiro-Argentinas no País;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4615&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 7 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa dispõe sobre os pedidos de autorização para nacionalização ou instalação de filial, agência, sucursal ou estabelecimento no País, por sociedade empresária estrangeira;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4610&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 8 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa dispõe sobre a interposição de recursos administrativos no âmbito do Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4600&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 10 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa aprova os novos Manuais de Registro de Empresário Individual, Sociedade Limitada, Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), Cooperativa e Sociedade Anônima;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4604&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 11 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 9-12-2013) - Dispõe sobre procedimentos para a validade e eficácia dos instrumentos de escrituração dos empresários individuais, das empresas individual de responsabilidade Ltda - Eireli, das sociedades empresárias, das cooperativas, dos consórcios, dos grupos de sociedades, dos leiloeiros, dos tradutores públicos e int&amp;eacute;rpretes comerciais;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4601&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 12 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Dispõe sobre os procedimentos de registro e arquivamento digital dos atos que competem, nos termos da legislação pertinente, ao Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins, e dá outras providências; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4612&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 13 DREI, DE 5-12-2013 &lt;/a&gt;(DO-U DE 6-12-2013) - Dispõe sobre o exercício da atividade empresarial para os nacionais dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e Estados Associados, no Território Nacional; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4613&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;I&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coad.com.br/busca/detalhe_31/211673/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;nstrução Normativa 14 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 9-12-2013) - Aprova o quadro enumerativo dos atos empresariais sujeitos à aprovação pr&amp;eacute;via de órgãos e entidades governamentais para registro nas Juntas Comerciais e dá outras providências;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4602&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 15 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa dispõe sobre a formação do nome empresarial e a sua proteção;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4606&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 16 DREI, DE 5-12-2013 &lt;/a&gt;(DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa dispõe sobre a especificação de atos integrantes da Tabela de Preços dos Serviços prestados pelos órgãos do Sistema Nacional de Registro de Empresas Mercantis (SINREM);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4611&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 17 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa dispõe sobre a matrícula de administradores de armaz&amp;eacute;ns gerais e trapicheiros; a habilitação, nomeação e a matrícula de Tradutor Público e Int&amp;eacute;rprete Comercial; e o processo de concessão de matrícula e a fiscalização da atividade de Leiloeiro Público Oficial;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4598&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 18 DREI, DE 5-12-2013&lt;/a&gt; (DO-U DE 6-12-2013) - Esta Instrução Normativa dispõe sobre procedimentos no âmbito do Registro Mercantil decorrentes do processo de inscrição, alteração, extinção, enquadramento e desenquadramento de empresários na condição de microempreendedores individuais (MEI);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4599&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 19 DREI, DE 5-12-2013 (DO-U DE 6-12-2013)&lt;/a&gt; - Esta Instrução Normativa dispõe sobre os atos de constituição, alteração e extinção de Grupo de Sociedades, bem como os atos de constituição, alteração e extinção de Consórcio;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.contadores.cnt.br/portal/legislacao.php?id=4607&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Instrução Normativa 20 DREI, DE 5-12-2013 (DO-U DE 6-12-2013)&lt;/a&gt; - Esta Instrução Normativa dispõe sobre a expedição de certidões, a sua utilização em atos de transferência de sede, abertura, alteração e inscrição de transferência de filiais, proteção ao nome empresarial, bem como do Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI). &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.coad.com.br/home/noticias-detalhe/54879/drei-orgao-que-substitui-dnrc-publica-diversas-instrucoes-normativas&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.coad.com.br/home/noticias-detalhe/54879/drei-orgao-que-substitui-dnrc-publica-diversas-instrucoes-normativas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot;&gt;Fonte: Coad&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;GravataFonte&quot;&gt;As mat&amp;eacute;rias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o cr&amp;eacute;dito pela mesma.&lt;/span&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/drei_antigo_dnrc/2013-12-10-13</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/drei_antigo_dnrc/2013-12-10-13</guid>
			<pubDate>Tue, 10 Dec 2013 16:17:39 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>demetido</title>
			<description>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;Demitidos terão novo contrato de rescisão a partir de hoje&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;Empresas que não adotarem o novo formulário poderão prejudicar o trabalhador&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A partir de hoje, 1º de novembro, os empregadores deverão utilizar o Novo Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho – TRCT. As empresas que não adotarem o novo formulário poderão prejudicar o trabalhador demitido que for requerer o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS e o seguro-desemprego, junto à Caixa Econômica Federal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Junto com o novo termo, deverão ser utilizados dois formulários: o Termo de Quitação e o Termo de Homologação. &quot;O Termo de Quitação deverá ser utilizado em conjunto com o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, que será válido quando o empregado tiver menos que um ano de serviço. Por sua vez, o Termo de Homologação será usado para as rescisões de contrato dos empregados que têm mais de um ano de serviço. Nesses casos tamb&amp;eacute;m &amp;ea...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot;&gt;Demitidos terão novo contrato de rescisão a partir de hoje&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot;&gt;Empresas que não adotarem o novo formulário poderão prejudicar o trabalhador&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A partir de hoje, 1º de novembro, os empregadores deverão utilizar o Novo Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho – TRCT. As empresas que não adotarem o novo formulário poderão prejudicar o trabalhador demitido que for requerer o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS e o seguro-desemprego, junto à Caixa Econômica Federal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Junto com o novo termo, deverão ser utilizados dois formulários: o Termo de Quitação e o Termo de Homologação. &quot;O Termo de Quitação deverá ser utilizado em conjunto com o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, que será válido quando o empregado tiver menos que um ano de serviço. Por sua vez, o Termo de Homologação será usado para as rescisões de contrato dos empregados que têm mais de um ano de serviço. Nesses casos tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; obrigatório a assistência e homologação pelo sindicato profissional da categoria ou pelo Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego – MTE&quot;, declara a advogada trabalhista da IOB Folhamatic EBS, uma empresa do Grupo Sage, Ydileuse Martins.&amp;nbsp; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A advogada Ydileuse Martins explica que o novo termo permite que o trabalhador identifique, de forma mais clara, todas as verbas rescisórias a que tem direito, como aviso pr&amp;eacute;vio, 13º salário e f&amp;eacute;rias proporcionais. &quot;Por meio deste documento &amp;eacute; possível identificar, com menos esforço, se esses valores estão ou não corretos”, informa a especialista.&amp;nbsp; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os termos de rescisão de contrato de trabalho elaborados pelas empresas só poderão ser aceitos at&amp;eacute; hoje, 31 de outubro de 2013. Ydileuse explica que os novos TRCTs foram estabelecidos pela Portaria do Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego nº 1.057/2012, publicada no Diário Oficial da União do dia 9 de julho, e retificada no dia 12 de julho de 2012.&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot;&gt;Fonte: Revista Incorporativa&lt;/span&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/demetido/2013-11-02-12</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/demetido/2013-11-02-12</guid>
			<pubDate>Sat, 02 Nov 2013 17:49:00 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>e-social</title>
			<description>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot; style=&quot;margin: 0px 0px 20px 10px; padding: 0px; font-size: 15px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(34, 123, 22); text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Como o eSocial muda o dia a dia da sua empresa&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot; style=&quot;margin: 0px 0px 35px 10px; padding: 0px; display: block; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(159, 159, 159); text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Apesar da promessa de simplificação, especialistas temem que a folha de pagamento digital aumente o trabalho no setor de RH&lt;/span&gt;&lt;h4 class=&quot;AutorNoticia&quot; style=&quot;margin: 0px 0px 25px; padding: 0px 0px 0px 10px; width: 604px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Hugo Passarelli e Mariana Congo&lt;/h4&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: jus...</description>
			<content:encoded>&lt;h3 class=&quot;TituloNoticiaTecnica&quot; style=&quot;margin: 0px 0px 20px 10px; padding: 0px; font-size: 15px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(34, 123, 22); text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Como o eSocial muda o dia a dia da sua empresa&lt;/h3&gt;&lt;span class=&quot;GravataNoticia&quot; style=&quot;margin: 0px 0px 35px 10px; padding: 0px; display: block; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(159, 159, 159); text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Apesar da promessa de simplificação, especialistas temem que a folha de pagamento digital aumente o trabalho no setor de RH&lt;/span&gt;&lt;h4 class=&quot;AutorNoticia&quot; style=&quot;margin: 0px 0px 25px; padding: 0px 0px 0px 10px; width: 604px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Hugo Passarelli e Mariana Congo&lt;/h4&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;A folha de pagamento digital (ou eSocial) vai unificar num único sistema o envio de todas as informações dos trabalhadores aos órgãos federais. Para se adaptar, as empresas terão de mudar a maneira como tratam esses dados.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Segundo a avaliação do sócio da consultoria Deloitte Dario Mamone Júnior, a maior parte das informações prestadas será de competência da área de recursos humanos (RH) das empresas, mas a integração entre setores será fundamental, principalmente na fase inicial de adequação ao sistema. &quot;Estima-se que 60% de todas as informações necessárias ao eSocial venham do setor de RH, os outros 40% seriam divididos entre medicina do trabalho, compras, produção, vendas e fiscal. Com o eSocial o governo vai ter um retrato de todo tipo de vínculo trabalhista&quot;, diz.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Para a coordenadora da área trabalhista e sócia do Marcelo Tostes Advogados, Carolina de Pinho Tavares, haverá um aumento significativo de trabalho no setor de RH e isso vai exigir mais mão de obra. &quot;Ainda que, no futuro, a proposta do governo seja de simplificação, essa obrigação será muito dispendiosa para as empresas&quot;, acredita.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Em geral, o eSocial transporta para o ambiente digital obrigações que já são cumpridas pelas empresas atualmente. Mas existem novas informações cadastrais sobre funcionários que passarão a ser obrigatórias, segundo previsto no layout do eSocial.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Um exemplo são os dados sobre se o trabalhador tem casa própria ou se usou o FGTS. &quot;&amp;Eacute; um pedido da Caixa Econômica Federal. Isso pode gerar uma necessidade de acomodação para as empresas no começo, mas, de forma geral, as obrigações já existem e estão de acordo com a CLT&quot;, avalia o sócio da PWC Marcel Cordeiro. Por isso, segundo ele, a expectativa &amp;eacute; de que a burocracia diminua em m&amp;eacute;dio prazo.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;A assessora jurídica da FecomercioSP, Ana Paula Locoselli, diz ter dúvidas se haverá, de fato, uma simplificação na prestação de contas ao governo. &quot;A primeira impressão que tive sobre os layouts do eSocial (que vão orientar como preencher o cadastro) &amp;eacute; que eles são complicados&quot;, diz.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Complicado?&amp;nbsp;Para cada funcionário, at&amp;eacute; 48 eventos deverão ser enviados ao sistema (como admissão, acidentes de trabalho e folha de pagamento). Muitas empresas reclamam que esse &amp;eacute; um número alto. Mas a Receita Federal refuta essa ideia.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;&quot;Nós não aumentamos o número de informações pedidas, são as mesmas informações que hoje são registradas. O que fizemos foi dividir para facilitar o envio cada vez que o evento ocorre. A empresa não tem que ficar juntando para mandar um único arquivo&quot;, diz o coordenador de Sistemas da Atividade Fiscal da Receita Federal, Daniel Belmiro. Ele lembra que o eSocial não &amp;eacute; mais um programa de computador que a empresa terá que instalar, e sim um sistema que vai se comunicar com o sistema que a empresa já tem.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Na avaliação da gerente especialista em soluções de Tax &amp;amp; Accounting da Thomson Reuters no Brasil, Victoria Sanches, o impacto do projeto do eSocial ainda está sendo subestimado pelas empresas. &quot;Não vai mais para dar ‘jeitinho’ em nada. O eSocial marca uma nova era das relações de trabalho&quot;, diz.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Trabalhador.&amp;nbsp;O eSocial tamb&amp;eacute;m vai permitir que os próprios trabalhadores &quot;fiscalizem&quot; se as empresas estão cumprindo com suas obrigações, como o depósito do FGTS, e tenham mais facilidade na produção de provas para processos trabalhistas. Da mesma maneira, as empresas terão como comprovar de forma mais fácil que estão em dia e não devem nada aos colaboradores.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Testes.&amp;nbsp;O sistema só deve estar em pleno funcionamento a partir de 2015. Para testar o eSocial, o governo tem trabalhado conjuntamente com um grupo de 48 grandes empresas (chamado de GT48) que estão ajudando a encontrar falhas e propor melhorias ao sistema antes de sua obrigatoriedade.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Com 10 mil funcionários, sem incluir terceirizados, a operadora Claro &amp;eacute; uma das empresa da fase de testes. A empresa tem hoje sete softwares de gestão corporativa, que fazem, por exemplo, folha de pagamento, passando pela gestão de pessoas, jurídica e fiscal. Para se adequar ao eSocial, a empresa está realizando a integração dos sete softwares, de forma que todos sejam aderentes aos layouts do eSocial.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;A diretora de planejamento tributário da Claro, Alessandra Heloise Vieira, está no comando do grupo que reúne representantes de vários departamentos para traçar a estrat&amp;eacute;gia de adequação ao eSocial. Dentre os problemas previstos, Alessandra conta um simples &quot;meu próprio nome dará incompatibilidade no eSocial, pois meu cadastro, quando entrei como funcionária na Claro, tinha meu nome de solteira. Depois que eu me casei, o meu nome junto ao CPF foi atualizado, mas o cadastro na Claro continua igual&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Emprego.&amp;nbsp;Al&amp;eacute;m de alterar o cotidiano das empresas, o eSocial vai impactar na coleta de dados que orientam políticas públicas, como o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 2px 0px 10px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;&quot;Com a implantação do eSocial, nós passaremos a receber novas informações, mas, em paralelo, continuaremos a receber a Rais e o Caged. Assim que nós vejamos que o que está vindo pelo eSocial &amp;eacute; uma informação de qualidade, passaremos a substituir o envio atual&quot;, afirma Jos&amp;eacute; Alberto Maia, auditor fiscal do Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE). &quot;A estimativa &amp;eacute;, do terceiro ou quarto mês, nós já saberemos se o Caged já estará a contento&quot;, diz.&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;FonteNoticia&quot; style=&quot;margin: 15px 0px 5px; padding: 0px; display: block; font-weight: bold; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Fonte: Estadão&lt;/span&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/e_social/2013-10-29-11</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/e_social/2013-10-29-11</guid>
			<pubDate>Tue, 29 Oct 2013 12:26:26 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>codigo comercial</title>
			<description>Código Comercial trará segurança jurídica a empresas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os cerca de 180 advogados e especialistas presentes ouviram o ministro afirmar que o Código Comercial tem como características a simplicidade e a agilidade, algo que não ocorre no Código Civil.&lt;br&gt;Gabriel Mandel&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Brasil precisa de um novo Código Comercial, pois a adoção de parte do Código Civil de 2002 para regulamentar o com&amp;eacute;rcio, substituindo o trecho original de 1850, destruiu a simplicidades das sociedades. A análise &amp;eacute; do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, presidente da comissão de juristas responsável pela elaboração do anteprojeto do novo Código Comercial no Senado. O ministro compartilhou suas opiniões sobre o assunto com os membros do Instituto dos Advogados de São Paulo durante reunião-almoço promovido na última sexta-feira (13/9).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o ministro, o Brasil hoje segue o modelo italiano, baseado na d&amp;eacute;cada de 1940, mas o com&amp;eacute;rcio mudou ...</description>
			<content:encoded>Código Comercial trará segurança jurídica a empresas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os cerca de 180 advogados e especialistas presentes ouviram o ministro afirmar que o Código Comercial tem como características a simplicidade e a agilidade, algo que não ocorre no Código Civil.&lt;br&gt;Gabriel Mandel&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Brasil precisa de um novo Código Comercial, pois a adoção de parte do Código Civil de 2002 para regulamentar o com&amp;eacute;rcio, substituindo o trecho original de 1850, destruiu a simplicidades das sociedades. A análise &amp;eacute; do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, presidente da comissão de juristas responsável pela elaboração do anteprojeto do novo Código Comercial no Senado. O ministro compartilhou suas opiniões sobre o assunto com os membros do Instituto dos Advogados de São Paulo durante reunião-almoço promovido na última sexta-feira (13/9).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o ministro, o Brasil hoje segue o modelo italiano, baseado na d&amp;eacute;cada de 1940, mas o com&amp;eacute;rcio mudou após a 2ª Guerra Mundial, assim como o país. Não há segurança jurídica por meio dos instrumentos disponíveis atualmente, o que afasta o investidor externo, que busca regras claras e confiáveis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os cerca de 180 advogados e especialistas presentes ouviram o ministro afirmar que o Código Comercial tem como características a simplicidade e a agilidade, algo que não ocorre no Código Civil. Al&amp;eacute;m disso, atualmente as relações empresariais estão sendo regulamentadas pelo Código de Defesa do Consumidor, algo que não ocorrerá quando o novo texto entrar em vigor, informou. O objetivo &amp;eacute; &quot;criar regras claras, precisas e garantir confiança para que os empresários possam celebrar negócios com a expectativa de que o afiançado será respeitado”.&lt;br&gt;&lt;br&gt;João Otávio de Noronha citou o aumento na quantidade de pequenas empresas, classificando esse ramo como a &quot;mola propulsora” da economia nacional, por conta da inovação e criatividade. Segundo ele, &amp;eacute; necessário flexibilizar o conjunto de leis, uma vez que houve grande mudança no cenário nacional, pois o Brasil deixou de ser apenas agrícola e hoje conta com exportadoras, multinacionais e com um forte com&amp;eacute;rcio interno.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O ministro disse que a adoção de duas comissões para debater o assunto, uma na Câmara dos Deputados e outra no Senado, garante tramitação mais veloz do assunto e permite o surgimento de novas ideias. De acordo com ele, &amp;eacute; necessário estudar diversos cenários para definir o que deve ou não ser incluído na nova versão do texto. Entre os exemplos estão a hipoteca e o penhor, modalidades que serão analisadas pelas comissões.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; preciso, explicou João Otávio de Noronha, aperfeiçoar a desconsideração da personalidade jurídica e atualizar a seção ligada ao Direito Marítimo, já que ainda são adotadas as normas do Código Comercial de 1850. Outro segmento que merece atenção especial, concluiu ele, &amp;eacute; o agronegócio, já que o Brasil &amp;eacute; um grande exportador de commodities.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mudanças necessárias&lt;br&gt;&lt;br&gt;Único integrante em comum das duas comissões, o advogado Fábio Ulhôa Coelho, autor do texto que deu origem ao projeto, afirmou que existem diferenças nas propostas discutidas nas duas casas do Legislativo, mas garantiu que os projetos são &quot;compatíveis em sua estrutura e filosofia”. A tramitação na Câmara está adiantada, afirmou, com os relatórios parciais sendo apresentados à comissão especial, enquanto o Senado está elaborando o anteprojeto que, em breve, será objeto de consulta pública.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Jairo Saddi, que integra a comissão do Senado e &amp;eacute; diretor-financeiro do Iasp, citou a necessidade de um Código Comercial pró-mercado, que ajude os empresários e reduza o custo das transações. Ele tamb&amp;eacute;m informou que &amp;eacute; preciso reduzir a burocracia e permitir a abertura e fechamento de empresas com rapidez. Um dos caminhos para se evitar a burocracia &amp;eacute; adotar um sistema unificado de informações sobre endereços, concluiu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Já Armando Rovai, presidente da Junta Comercial do Estado de São Paulo, confirmou que a adoção do Código Civil engessou o sistema. Ele disse que, das quatro milhões de empresas registradas em São Paulo, 2,6 milhões são sociedades limitadas. Destas, 87% são micro e pequenas empresas prejudicadas por esse engessamento, segundo ele. Rovai mencionou ainda a necessidade de discutir a existência de certos tipos societários, citando como exemplos as sociedades em nome coletivo, adotadas por apenas 135 das 4 milhões de empresas paulistas.&lt;br&gt;Fonte: Consultor Jurídico</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/codigo_comercial/2013-09-20-10</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/codigo_comercial/2013-09-20-10</guid>
			<pubDate>Fri, 20 Sep 2013 19:55:28 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Bem de familia</title>
			<description>Imóvel residencial utilizado para exploração de atividade econômica não se enquadra como bem de família&lt;br&gt;&lt;br&gt;No caso examinado, a própria sócia terminou por confessar, em depoimento pessoal, a utilização do seu único bem imóvel na exploração da atividade econômica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Caracteriza-se como bem de família, protegido pela impenhorabilidade, aquele único bem imóvel da família, utilizado para sua moradia (Lei 8.009/90, artigo 1º). Assim, caso a destinação do imóvel não seja exclusivamente o abrigo da entidade familiar, a proteção legal não incidirá sobre ele.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nesse sentido foi a decisão recente da Turma Recursal de Juiz de Fora. Acompanhando, em sua maioria, o voto da juíza convocada Maria Raquel Ferraz Zagari Valentim, redatora do recurso, a Turma modificou entendimento adotado pelo juiz de 1º grau para acolher o pedido de uma empregada que insistia na penhora anteriormente efetuada sobre bem de sócia que passou a responder pela execução em razão da desconsideração da personali...</description>
			<content:encoded>Imóvel residencial utilizado para exploração de atividade econômica não se enquadra como bem de família&lt;br&gt;&lt;br&gt;No caso examinado, a própria sócia terminou por confessar, em depoimento pessoal, a utilização do seu único bem imóvel na exploração da atividade econômica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Caracteriza-se como bem de família, protegido pela impenhorabilidade, aquele único bem imóvel da família, utilizado para sua moradia (Lei 8.009/90, artigo 1º). Assim, caso a destinação do imóvel não seja exclusivamente o abrigo da entidade familiar, a proteção legal não incidirá sobre ele.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nesse sentido foi a decisão recente da Turma Recursal de Juiz de Fora. Acompanhando, em sua maioria, o voto da juíza convocada Maria Raquel Ferraz Zagari Valentim, redatora do recurso, a Turma modificou entendimento adotado pelo juiz de 1º grau para acolher o pedido de uma empregada que insistia na penhora anteriormente efetuada sobre bem de sócia que passou a responder pela execução em razão da desconsideração da personalidade jurídica da devedora principal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No caso examinado, a própria sócia terminou por confessar, em depoimento pessoal, a utilização do seu único bem imóvel na exploração da atividade econômica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nesse cenário, a juíza entendeu que não se cogitava da aplicação da norma protetiva que se destina ao bem de família, já que a situação não se amoldava à letra da lei. &quot;Com efeito, mesmo que a casa tenha sido idealizada e construída, inicialmente, para funcionar como residência, a sua utilização na exploração da atividade econômica desvirtua a finalidade inicial. Essa verdadeira promiscuidade no uso do imóvel, ainda que seja o único de propriedade da sócia executada, obsta que a impenhorabilidade do bem de família seja reconhecida na hipótese concreta&quot;, destacou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Assim, a Turma reformou a decisão de 1º grau para determinar a subsistência da penhora já efetuada sobre o imóvel da sócia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;( 0000606-28.2011.5.03.0036 AP )&lt;br&gt;Fonte: TRT-MG</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/bem_de_familia/2013-09-20-9</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/bem_de_familia/2013-09-20-9</guid>
			<pubDate>Fri, 20 Sep 2013 19:40:26 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>auto-regul. simples</title>
			<description>Notícias T&amp;eacute;cnicas&lt;br&gt;16/09/2013&lt;br&gt;Receita Federal lança programa de autorregularização para o Simples Nacional&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sistema permitirá que contribuintes possam corrigir erros e inconsistências antes do início do procedimento formal de fiscalização&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Começa a funcionar a partir de segunda-feira (16/09) o programa Alerta Simples Nacional. Com o novo sistema, os contribuintes optantes ao acessarem o Portal do Simples Nacional receberão um alerta da fiscalização, informando a existência de inconsistências entre os dados declarados ao Fisco e aqueles obtidos ou coletados pela Receita Federal do Brasil e/ou Secretarias Estaduais, Municipais ou do Distrito Federal. O programa Alerta Simples Nacional consiste na oportunidade de autorregularização para que os contribuintes optantes do Simples Nacional possam corrigir erros de preenchimento nas declarações e na apuração de tributos, antes do início de procedimento formal de fiscalização. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Hoje, mais de 3.404....</description>
			<content:encoded>Notícias T&amp;eacute;cnicas&lt;br&gt;16/09/2013&lt;br&gt;Receita Federal lança programa de autorregularização para o Simples Nacional&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sistema permitirá que contribuintes possam corrigir erros e inconsistências antes do início do procedimento formal de fiscalização&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Começa a funcionar a partir de segunda-feira (16/09) o programa Alerta Simples Nacional. Com o novo sistema, os contribuintes optantes ao acessarem o Portal do Simples Nacional receberão um alerta da fiscalização, informando a existência de inconsistências entre os dados declarados ao Fisco e aqueles obtidos ou coletados pela Receita Federal do Brasil e/ou Secretarias Estaduais, Municipais ou do Distrito Federal. O programa Alerta Simples Nacional consiste na oportunidade de autorregularização para que os contribuintes optantes do Simples Nacional possam corrigir erros de preenchimento nas declarações e na apuração de tributos, antes do início de procedimento formal de fiscalização. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Hoje, mais de 3.404.735 contribuintes entregam declaração como optantes do Simples. O Portal do Simples Nacional &amp;eacute; acessado todos os meses pelos contribuintes pois por meio dele os contribuintes emitem Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DASN). A estrat&amp;eacute;gia do Alerta Simples Nacional segue a mesma premissa utilizada e consagrada na Malha Pessoa Física, isto &amp;eacute;, a partir de uma parametrização t&amp;eacute;cnica e divulgação dos indícios (os quais podem ser afastados por prova sobre a inexistência da infração), permitir que os contribuintes possam fazer uso da autorregularização, evitando a instauração de procedimentos de fiscalização para cobrança do tributo, com a consequente aplicação de multa de ofício (75% a 225%). &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na primeira fase, o Alerta Simples Nacional irá se referir a indícios de omissão de receitas auferidas em 2010, decorrentes dos repasses recebidos das administradoras de cartão de cr&amp;eacute;dito, informados à Receita Federal via Decred, e a vendas efetuadas ao Governo Federal, cujos dados foram obtidos via Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nessa fase serão emitidos 29 mil alertas: &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Cruzamento &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;DASN - Receita Bruta &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Valor informado por terceiros &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Diferença &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Siafi &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 317.669.435,54 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 853.676.374,79 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 622.957.301,06 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Decred &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 4.302.057.133,25 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 9.298.548.484,15 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 5.363.242.449,88 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Total – Alerta 1 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 4.619.726.568,79 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 10.152.224.858,94 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;R$ 5.986.199.750,94 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;M&amp;eacute;dia de diferença: &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;a) Siafi: R$ 490.904,10 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;b) Decred: R$ 198.234,80 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;c) M&amp;eacute;dia dos dois indícios: R$ 213.592,33 &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O resultado do cruzamento das informações com os valores declarados ficará disponível no Portal do Simples Nacional por prazo não inferior ao necessário para que o contribuinte tenha a oportunidade de verificar a existência dos indícios em pelo menos duas oportunidades, visto que mensalmente os optantes ingressam no Portal para emissão do DASN. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O contribuinte que não se autorregularizar será objeto de análise pela área de seleção de sujeitos passivos para, em sendo o caso, incluí-lo para futura execução de procedimento fiscal, que poderá ser executado pela Receita Federal, Secretaria de Fazenda Estadual ou Municipal. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Importante registrar que o Alerta: &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;1º Não altera a condições de espontaneidade do contribuinte para promover a retificação das declarações prestadas ao Fisco; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;2º Não atesta a regularidade fiscal para os contribuintes que não receberem a comunicação; e &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;3º Não restringe a hipótese de autorregularização apenas aos contribuintes que receberam a comunicação da Receita Federal. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A autorregularização, pela retificação das declarações apresentadas ao Fisco e sem a aplicação de multa de ofício, pode ser realizada pelo contribuinte enquanto não iniciado procedimento fiscal. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em relação aos Programas ora iniciados, a Receita Federal informa que os procedimentos de fiscalização terão início a partir do dia 1º de dezembro de 2013. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Essa iniciativa proporciona maior transparência na relação Fisco/Contribuinte, e tem origem na experiência exitosa da Malha de Pessoa Física, procedimento por interm&amp;eacute;dio do qual, anualmente, cerca de 500 mil contribuintes se autorregularizam, evitando-se milhares de autuações e as consequentes discussões no contencioso administrativo e judicial, com benefício para toda a sociedade. Essa iniciativa tamb&amp;eacute;m visa a um processo contínuo de orientação ao contribuinte, de forma que o mesmo possa cumprir com maior exatidão suas obrigações tributárias. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Consulte aqui o Portal do Simples Nacional http://www.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional.&lt;br&gt;Fonte: Receita FederalAs mat&amp;eacute;rias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o cr&amp;eacute;dito pela mesma&lt;br&gt;</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/auto_regul_simples/2013-09-17-8</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/auto_regul_simples/2013-09-17-8</guid>
			<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 19:57:59 GMT</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>cod. comercial</title>
			<description>Gabriel Mandel&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Brasil precisa de um novo Código Comercial, pois a adoção de parte do Código Civil de 2002 para regulamentar o com&amp;eacute;rcio, substituindo o trecho original de 1850, destruiu a simplicidades das sociedades. A análise &amp;eacute; do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, presidente da comissão de juristas responsável pela elaboração do anteprojeto do novo Código Comercial no Senado. O ministro compartilhou suas opiniões sobre o assunto com os membros do Instituto dos Advogados de São Paulo durante reunião-almoço promovido na última sexta-feira (13/9). &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o ministro, o Brasil hoje segue o modelo italiano, baseado na d&amp;eacute;cada de 1940, mas o com&amp;eacute;rcio mudou após a 2ª Guerra Mundial, assim como o país. Não há segurança jurídica por meio dos instrumentos disponíveis atualmente, o que afasta o investidor externo, que busca regras claras e confiáveis. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os cerca de 180 advogados e especi...</description>
			<content:encoded>Gabriel Mandel&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Brasil precisa de um novo Código Comercial, pois a adoção de parte do Código Civil de 2002 para regulamentar o com&amp;eacute;rcio, substituindo o trecho original de 1850, destruiu a simplicidades das sociedades. A análise &amp;eacute; do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, presidente da comissão de juristas responsável pela elaboração do anteprojeto do novo Código Comercial no Senado. O ministro compartilhou suas opiniões sobre o assunto com os membros do Instituto dos Advogados de São Paulo durante reunião-almoço promovido na última sexta-feira (13/9). &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o ministro, o Brasil hoje segue o modelo italiano, baseado na d&amp;eacute;cada de 1940, mas o com&amp;eacute;rcio mudou após a 2ª Guerra Mundial, assim como o país. Não há segurança jurídica por meio dos instrumentos disponíveis atualmente, o que afasta o investidor externo, que busca regras claras e confiáveis. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os cerca de 180 advogados e especialistas presentes ouviram o ministro afirmar que o Código Comercial tem como características a simplicidade e a agilidade, algo que não ocorre no Código Civil. Al&amp;eacute;m disso, atualmente as relações empresariais estão sendo regulamentadas pelo Código de Defesa do Consumidor, algo que não ocorrerá quando o novo texto entrar em vigor, informou. O objetivo &amp;eacute; &quot;criar regras claras, precisas e garantir confiança para que os empresários possam celebrar negócios com a expectativa de que o afiançado será respeitado”. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;João Otávio de Noronha citou o aumento na quantidade de pequenas empresas, classificando esse ramo como a &quot;mola propulsora” da economia nacional, por conta da inovação e criatividade. Segundo ele, &amp;eacute; necessário flexibilizar o conjunto de leis, uma vez que houve grande mudança no cenário nacional, pois o Brasil deixou de ser apenas agrícola e hoje conta com exportadoras, multinacionais e com um forte com&amp;eacute;rcio interno. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O ministro disse que a adoção de duas comissões para debater o assunto, uma na Câmara dos Deputados e outra no Senado, garante tramitação mais veloz do assunto e permite o surgimento de novas ideias. De acordo com ele, &amp;eacute; necessário estudar diversos cenários para definir o que deve ou não ser incluído na nova versão do texto. Entre os exemplos estão a hipoteca e o penhor, modalidades que serão analisadas pelas comissões. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; preciso, explicou João Otávio de Noronha, aperfeiçoar a desconsideração da personalidade jurídica e atualizar a seção ligada ao Direito Marítimo, já que ainda são adotadas as normas do Código Comercial de 1850. Outro segmento que merece atenção especial, concluiu ele, &amp;eacute; o agronegócio, já que o Brasil &amp;eacute; um grande exportador de commodities. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mudanças necessárias&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Único integrante em comum das duas comissões, o advogado Fábio Ulhôa Coelho, autor do texto que deu origem ao projeto, afirmou que existem diferenças nas propostas discutidas nas duas casas do Legislativo, mas garantiu que os projetos são &quot;compatíveis em sua estrutura e filosofia”. A tramitação na Câmara está adiantada, afirmou, com os relatórios parciais sendo apresentados à comissão especial, enquanto o Senado está elaborando o anteprojeto que, em breve, será objeto de consulta pública. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Jairo Saddi, que integra a comissão do Senado e &amp;eacute; diretor-financeiro do Iasp, citou a necessidade de um Código Comercial pró-mercado, que ajude os empresários e reduza o custo das transações. Ele tamb&amp;eacute;m informou que &amp;eacute; preciso reduzir a burocracia e permitir a abertura e fechamento de empresas com rapidez. Um dos caminhos para se evitar a burocracia &amp;eacute; adotar um sistema unificado de informações sobre endereços, concluiu. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Já Armando Rovai, presidente da Junta Comercial do Estado de São Paulo, confirmou que a adoção do Código Civil engessou o sistema. Ele disse que, das quatro milhões de empresas registradas em São Paulo, 2,6 milhões são sociedades limitadas. Destas, 87% são micro e pequenas empresas prejudicadas por esse engessamento, segundo ele. Rovai mencionou ainda a necessidade de discutir a existência de certos tipos societários, citando como exemplos as sociedades em nome coletivo, adotadas por apenas 135 das 4 milhões de empresas paulistas.&lt;br&gt;Fonte: Consultor JurídicoAs mat&amp;eacute;rias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o cr&amp;eacute;dito pela mesma.</content:encoded>
			<link>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/cod_comercial/2013-09-17-7</link>
			<dc:creator>cido</dc:creator>
			<guid>https://colibrinoturno.ucoz.net/blog/cod_comercial/2013-09-17-7</guid>
			<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 19:53:39 GMT</pubDate>
		</item>
	</channel>
</rss>